quarta-feira, 7 de novembro de 2012

LÁ FORA

Lá fora chove…
Sombras desenham-se nas paredes outrora frias,
Corpos envoltos na luz,
Silêncio estridente,
Olhos nos olhos,
Dão-se num prazer louco.
A languidez corporal,
O frenesim intenso
Denuncia-os.
Almejavam aquele momento,
Almejavam aquele sentir,
Até ali chegar…
Foi demasiado tempo…
Tempo de abandono,
Tempo de ausência,
Tempo de saudade,
Tempo de rostos perdidos no tempo,
Ouve-se o crepitar da lenha,
Ouvem-se doces sussurros,
Ouvem-se as badaladas na torre da igreja,
O frio que se faz sentir….
É apenas lá fora!

Tina Tinoco
6 de novembro 2012
LÁ FORA

Lá fora chove…
Sombras  desenham-se  nas paredes  outrora  frias,
Corpos envoltos na luz,
Silêncio  estridente,
Olhos nos olhos,
Dão-se num prazer louco.
A languidez corporal,
O frenesim intenso
Denuncia-os.
Almejavam aquele momento,
Almejavam aquele sentir,
Até ali chegar…
Foi demasiado tempo…
Tempo de abandono,
Tempo de ausência,
Tempo de saudade,
Tempo de rostos perdidos no tempo,
Ouve-se o crepitar da lenha,
Ouvem-se doces sussurros,
Ouvem-se as badaladas na torre da igreja,
O frio que se faz sentir….
É apenas lá fora!

Tina Tinoco
6 de novembro 2012

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