quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Morangos
Macios vermelhos e suculentos
Sabor morango delicia sorver!
Ficam mais doces quando maduros
E nos lábios meu prazer...
Em ramos se esparramam tenros
Lindos de todas as formas ver crescer
Achatados, tortinhos cheirosos
Bons de ver delicia colher...
Vermelho aromatizante suculento
A metáfora do amor arrepia
Tenros envoltos em brocado
Meu deleite meu veneno...
Vermelho que enlouquece
Sedutor como vier
Delicias de morango
Em lábios de mulher...
De Irá Rodrigues em 27/12/2012
Código do texto: T4055270
Classificação de conteúdo: moderado
Morangos
Macios vermelhos e suculentos
Sabor morango delicia sorver!
Ficam mais doces quando maduros
E nos lábios meu prazer...
Em ramos se esparramam tenros
Lindos de todas as formas ver crescer
Achatados, tortinhos cheirosos
Bons de ver delicia colher...
Vermelho aromatizante suculento
A metáfora do amor arrepia
Tenros envoltos em brocado
Meu deleite meu veneno...
Vermelho que enlouquece
Sedutor como vier
Delicias de morango
Em lábios de mulher...
De Irá Rodrigues em 27/12/2012
Código do texto: T4055270
Classificação de conteúdo: moderado
Macios vermelhos e suculentos
Sabor morango delicia sorver!
Ficam mais doces quando maduros
E nos lábios meu prazer...
Em ramos se esparramam tenros
Lindos de todas as formas ver crescer
Achatados, tortinhos cheirosos
Bons de ver delicia colher...
Vermelho aromatizante suculento
A metáfora do amor arrepia
Tenros envoltos em brocado
Meu deleite meu veneno...
Vermelho que enlouquece
Sedutor como vier
Delicias de morango
Em lábios de mulher...
De Irá Rodrigues em 27/12/2012
Código do texto: T4055270
Classificação de conteúdo: moderado
Às vezes
Minha vida é calma e serena
É um lago azulado
Com cisnes pássaros cantores
Sou a poesia em forma de flores...
Outras
Sou agitada como mar revolto
Agressiva nas noites
Perigosa nas madrugadas
Sou o mistério das invernadas...
Ontem estava triste melancólica
Calei-me perdida na alma
Fechei-me para o mundo
Fui indecisa perdi a calma...
Hoje despertei sorrindo
Sou desejo sou paixão
Sou roseiras coloridas
A verdadeira sedução...
Escrita por Irá Rodrigues
Código do texto: T4054533
Classificação de conteúdo: moderado
Publicado em 26/12/2012
Às vezes
Minha vida é calma e serena
É um lago azulado
Com cisnes pássaros cantores
Sou a poesia em forma de flores...
Outras
Sou agitada como mar revolto
Agressiva nas noites
Perigosa nas madrugadas
Sou o mistério das invernadas...
Ontem estava triste melancólica
Calei-me perdida na alma
Fechei-me para o mundo
Fui indecisa perdi a calma...
Hoje despertei sorrindo
Sou desejo sou paixão
Sou roseiras coloridas
A verdadeira sedução...
Escrita por Irá Rodrigues
Código do texto: T4054533
Classificação de conteúdo: moderado
Publicado em 26/12/2012
Minha vida é calma e serena
É um lago azulado
Com cisnes pássaros cantores
Sou a poesia em forma de flores...
Outras
Sou agitada como mar revolto
Agressiva nas noites
Perigosa nas madrugadas
Sou o mistério das invernadas...
Ontem estava triste melancólica
Calei-me perdida na alma
Fechei-me para o mundo
Fui indecisa perdi a calma...
Hoje despertei sorrindo
Sou desejo sou paixão
Sou roseiras coloridas
A verdadeira sedução...
Escrita por Irá Rodrigues
Código do texto: T4054533
Classificação de conteúdo: moderado
Publicado em 26/12/2012
Impensável querer …
Pousou uma gota de chuva azul numa pétala do meu coração
Dança numa fogueira incendiada por memórias que não querem morrer
Veste-se de arlequim para disfarçar o seu inventar de sensações e quereres
Atormenta-me o seu dançar esquivo na ponta esguia do meu desespero
Aprisionei-a na minha mente como relíquia requerente às palavras que fluem e dançam
São bailarinas primorosas desejosas de serem esculpidas na folha em branco da minha vida já prescrita …
Olho em frente e faço que não as entendo …
Continuo vivendo abraçada à gota de chuva azul,
até que a chuva incolor lhe deslave a cor …
e a deixe partícula de cinza
Com ela morrerão as memórias que não querem morrer …
Magá Figueiredo
Impensável querer …
Pousou uma gota de chuva azul numa pétala do meu coração
Dança numa fogueira incendiada por memórias que não querem morrer
Veste-se de arlequim para disfarçar o seu inventar de sensações e quereres
Atormenta-me o seu dançar esquivo na ponta esguia do meu desespero
Aprisionei-a na minha mente como relíquia requerente às palavras que fluem e dançam
São bailarinas primorosas desejosas de serem esculpidas na folha em branco da minha vida já prescrita …
Olho em frente e faço que não as entendo …
Continuo vivendo abraçada à gota de chuva azul,
até que a chuva incolor lhe deslave a cor …
e a deixe partícula de cinza
Com ela morrerão as memórias que não querem morrer …
Magá Figueiredo
Pousou uma gota de chuva azul numa pétala do meu coração
Dança numa fogueira incendiada por memórias que não querem morrer
Veste-se de arlequim para disfarçar o seu inventar de sensações e quereres
Atormenta-me o seu dançar esquivo na ponta esguia do meu desespero
Aprisionei-a na minha mente como relíquia requerente às palavras que fluem e dançam
São bailarinas primorosas desejosas de serem esculpidas na folha em branco da minha vida já prescrita …
Olho em frente e faço que não as entendo …
Continuo vivendo abraçada à gota de chuva azul,
até que a chuva incolor lhe deslave a cor …
e a deixe partícula de cinza
Com ela morrerão as memórias que não querem morrer …
Magá Figueiredo
Sinto-te
Sinto-te
em cada folha de Outono
que desliza atrevida em meu corpo
fremente, delicado,
desnudado de perfumes e brisas
e tomba indefesa a meus pés
sinto-te
no vento que agita a Saudade
que no peito me grita
nas sombras que passam
nos muros ocos e sombrios
neste chão de longos cansaços
nos passos errantes que dou
esquecida de mim
sinto-te
nas brumas etéreas de cetim
nas manhãs de ouro rutilo
nas tardes de luz em fulgor
de laranja e violeta
que o dia acende sôfrego
de sol e eternidade
Sinto-te
neste olhar k se perde
à procura de ti
em cada lágrima cristalina
que me sangra a alma
em cada palavra k fica por dizer
no meu silencio
sinto-te
nas minhas mãos
que agarram o luar
na minha pele nua
sedenta da tua
na minha boca
silenciosa e expectante
no bater incerto do meu coração...
sinto-te em toda a parte
sinto-te dentro de mim ...
Fátima Veloso
Sinto-te
Sinto-te
em cada folha de Outono
que desliza atrevida em meu corpo
fremente, delicado,
desnudado de perfumes e brisas
e tomba indefesa a meus pés
sinto-te
no vento que agita a Saudade
que no peito me grita
nas sombras que passam
nos muros ocos e sombrios
neste chão de longos cansaços
nos passos errantes que dou
esquecida de mim
sinto-te
nas brumas etéreas de cetim
nas manhãs de ouro rutilo
nas tardes de luz em fulgor
de laranja e violeta
que o dia acende sôfrego
de sol e eternidade
Sinto-te
neste olhar k se perde
à procura de ti
em cada lágrima cristalina
que me sangra a alma
em cada palavra k fica por dizer
no meu silencio
sinto-te
nas minhas mãos
que agarram o luar
na minha pele nua
sedenta da tua
na minha boca
silenciosa e expectante
no bater incerto do meu coração...
sinto-te em toda a parte
sinto-te dentro de mim ...
Fátima Veloso
Sinto-te
em cada folha de Outono
que desliza atrevida em meu corpo
fremente, delicado,
desnudado de perfumes e brisas
e tomba indefesa a meus pés
sinto-te
no vento que agita a Saudade
que no peito me grita
nas sombras que passam
nos muros ocos e sombrios
neste chão de longos cansaços
nos passos errantes que dou
esquecida de mim
sinto-te
nas brumas etéreas de cetim
nas manhãs de ouro rutilo
nas tardes de luz em fulgor
de laranja e violeta
que o dia acende sôfrego
de sol e eternidade
Sinto-te
neste olhar k se perde
à procura de ti
em cada lágrima cristalina
que me sangra a alma
em cada palavra k fica por dizer
no meu silencio
sinto-te
nas minhas mãos
que agarram o luar
na minha pele nua
sedenta da tua
na minha boca
silenciosa e expectante
no bater incerto do meu coração...
sinto-te em toda a parte
sinto-te dentro de mim ...
Fátima Veloso
Natal na Foz do douro
Tarde cinzenta, junto ao mar, entre as brumas que vejo,
A chuva vai caindo devagar, entre o Homem do Leme e o Castelo do Queijo…
Sinto alguma nostalgia, em véspera de natal, foi o dia,
Na Marginal da Foz do Douro tem magia, e há gente com alegria…
Praias de alguma saudade, dos meus amores de verão,
E, da minha puberdade, e muita recordação,
Dos grandes bailes de garagem, hoje a olhar o Mar, recordo essa viagem…
Nesta noite de consoadas, com as famílias em redor,
Muito Bacalhau e rabanadas, e anseios de um Natal melhor…
Para quem tem um Natal sozinho, que tenha alegrias também,
Muitas prendas no sapatinho, e tenha sempre o amor de alguém…
Com a chuva forte a fustigar, e os carros que vão passando,
Na Rádio uma musica de Natal vai tocando, e num banco do jardim,
Alguém mesmo na chuva vai chorando, e a tristeza entra em mim…
Mesmo á chuva me aproximo, de uma forma natural,
Com um sorriso, ali mesmo desejo um Bom Natal…
24/12/2012
José Castro
Tristeza.
De tristeza cheia fiquei
do forte sentimento
do amor que a ti,
me impede amar.
Dentro de mim existe grande luta
entre alegria e sentimentos.
Por vezes, não sei o que sou,
o que quero ser, na verdade.
tenho vontade de correr, de explodir,
gritar bem alto, dizer tudo o que por ti
o meu coração sente,
Gostava de ser livro correr para os teus
braços e em cada momento poder sentir
tuas carícias, teus beijos e sentir bater o
teu coração muito perto do meu.
Ao cair da noite te encontrar e te amar,
adormecer juntinha a ti, dedicar-te meus
pensamentos de felicidade...
Gostava de ter liberdade par te dizer todos os dias
baixinho que te amo muito, e amarei sempre...
Era esta a minha vontade, mas a tua morte levou a minha alegria.
Lembro-me quando ouvi pela primeira vez as tuas doces palavras de amor e
ternura, nasceu logo uma grande paixão no meu coração...
Que forte é esta batalha dentro de mim, sofro um pesado
sentimento que me faz vontade de te desejar, unir nossos
corações, para toda a minha vida...
Estarás sempre no o meu pensamento
Recordo todos os dias a linda história de amor que vivemos juntos
Ficará eternamente este lindo sonho de amor..
Até a eternidade.
Descansa em paz ♥
Tina Gante Espírito Santo ♥
DISFARCE
Caí por ti…
Cai no teu céu, no teu mar
E tudo caiu em mim Mas ao cair o horizonte…
Ficamos mais distantes!
Caiu o teu querer
Viraste mendigo
Por outro amor ao anoitecer
Alguém que arregaça o vestido
E deixa tudo transparecer!
Mas ao ver o teu querer
Fico triste…
Caída no chão
Descalça, sem asas
Mas a poesia tudo disfarça!
Sem papel para escrever
O poeta também disfarça
Emudece, segue seu caminho
E devarinho tenta escrever em guardanapo
Quem me dera ser poeta!
Deixaria para o mundo
O que penso
A poesia que ninguém fala
Porque só a mim sai da alma
Escrevo o que sei
E digo o que ninguém vê!
Disfarcei bem
Quando vi o teu olhar em meu olhar
Meu corpo senti estremecer
E ali tentaste -me convencer
Para continuar a vive
E hoje tudo vir de novo a perder!
Nazaré G. (Naná)
27/12/2012
DISFARCE
Caí por ti…
Cai no teu céu, no teu mar
E tudo caiu em mim Mas ao cair o horizonte…
Ficamos mais distantes!
Caiu o teu querer
Viraste mendigo
Por outro amor ao anoitecer
Alguém que arregaça o vestido
E deixa tudo transparecer!
Mas ao ver o teu querer
Fico triste…
Caída no chão
Descalça, sem asas
Mas a poesia tudo disfarça!
Sem papel para escrever
O poeta também disfarça
Emudece, segue seu caminho
E devarinho tenta escrever em guardanapo
Quem me dera ser poeta!
Deixaria para o mundo
O que penso
A poesia que ninguém fala
Porque só a mim sai da alma
Escrevo o que sei
E digo o que ninguém vê!
Disfarcei bem
Quando vi o teu olhar em meu olhar
Meu corpo senti estremecer
E ali tentaste -me convencer
Para continuar a vive
E hoje tudo vir de novo a perder!
Nazaré G. (Naná)
27/12/2012
Caí por ti…
Cai no teu céu, no teu mar
E tudo caiu em mim Mas ao cair o horizonte…
Ficamos mais distantes!
Caiu o teu querer
Viraste mendigo
Por outro amor ao anoitecer
Alguém que arregaça o vestido
E deixa tudo transparecer!
Mas ao ver o teu querer
Fico triste…
Caída no chão
Descalça, sem asas
Mas a poesia tudo disfarça!
Sem papel para escrever
O poeta também disfarça
Emudece, segue seu caminho
E devarinho tenta escrever em guardanapo
Quem me dera ser poeta!
Deixaria para o mundo
O que penso
A poesia que ninguém fala
Porque só a mim sai da alma
Escrevo o que sei
E digo o que ninguém vê!
Disfarcei bem
Quando vi o teu olhar em meu olhar
Meu corpo senti estremecer
E ali tentaste -me convencer
Para continuar a vive
E hoje tudo vir de novo a perder!
Nazaré G. (Naná)
27/12/2012
JUNTO DO MAR
junto do mar ergui suavemente
a minha voz
passou o vento levou-me o pensamento
que buscava a tua alma peregrina
junto do mar olhei o infinito e não te senti
partiste tristemente no nevoeiro denso
foste levada pela extensão imensa onde o Sol se esconde
quero-te ter e não sei onde
junto do mar purguei o espírito de preconceitos
mergulhei nas ondas do silêncio
lavei-me na espuma aluziante de sais
brilhei nas alturas e vi-te passar na névoa de uma nuvem fugidia
Por CFBB em 27/12/2012
VOU-TE ESQUECER
A noite em mim morreu
Ninguém passa na rua
Nem um bêbado nesta noite escura
Vejo à minha frente um caminho diferente!
Sonhar, só não basta
Preciso de alguém que me afaste
Da ilusão, da incerteza, da tristeza
Esta realidade é feita de incoerência!
Vou passar a me afastar dos meus instintos
Das minhas vontades
Hoje calmamente tudo regressou á minha vida
Mas uma nova estação se apresenta
Impedindo um turbilhão de emoções!
O vento bateu forte à minha porta
Para me deitar abaixo
Alguém ade vir para me ajudar a me reerguer
E de cara e alma lavada
Mudarei o meu caminho
Mudarei o meu destino!
Hei-de voltar a sorrir
Para que minha vida seja mais bela
Para que o amor seja mais forte e verdadeiro
Para que as flores e a minha vida voltem a fazer sentido!
Sempre que a vida me parecer confusa
Hei-de sorrir
Para ver novamente as estrelas brilhar
E meus problemas facilitar
Porque um sorriso é um remédio
Para curar todas as dores
E um meio para chegar à felicidade
Ainda quero alguém para amar
Juro te esquecer e vou tentar
Cansei de ouvir o teu lamento
Este romance atingiu meu sofrimento
Hoje vou aprender a me dar valor
Porque sei que mereço!
Nazaré G.
A noite em mim morreu
Ninguém passa na rua
Nem um bêbado nesta noite escura
Vejo à minha frente um caminho diferente!
Sonhar, só não basta
Preciso de alguém que me afaste
Da ilusão, da incerteza, da tristeza
Esta realidade é feita de incoerência!
Vou passar a me afastar dos meus instintos
Das minhas vontades
Hoje calmamente tudo regressou á minha vida
Mas uma nova estação se apresenta
Impedindo um turbilhão de emoções!
O vento bateu forte à minha porta
Para me deitar abaixo
Alguém ade vir para me ajudar a me reerguer
E de cara e alma lavada
Mudarei o meu caminho
Mudarei o meu destino!
Hei-de voltar a sorrir
Para que minha vida seja mais bela
Para que o amor seja mais forte e verdadeiro
Para que as flores e a minha vida voltem a fazer sentido!
Sempre que a vida me parecer confusa
Hei-de sorrir
Para ver novamente as estrelas brilhar
E meus problemas facilitar
Porque um sorriso é um remédio
Para curar todas as dores
E um meio para chegar à felicidade
Ainda quero alguém para amar
Juro te esquecer e vou tentar
Cansei de ouvir o teu lamento
Este romance atingiu meu sofrimento
Hoje vou aprender a me dar valor
Porque sei que mereço!
Nazaré G.
Diário Poético - O Símbolo e a Religião
Embrulhaste o natal num papel fino e colorido
Enfeitado com abetos decorados de bolas douradas e fitas brilhantes, muitas!
Fizeste os biscoitos de natal para antes e depois do perú ou do ganso
para esse fim nascido- criado e perante o símbolo do dia com todos os
condimentos necessários no forno, bem, assado.
Se tens uma familía a teu lado, todos os entes possíveis saborearam os teus cozinhados
Se és só e feliz por algum ente foste convidado! Se não tens alguém
saboreaste o bicho da tua imaginação e contentaste-te com algum programa
da televisão
Se és um sem abrigo no dia seguinte mais tiveste para do caixote recolher
Antes,
quando os dirigentes muito poderosos do mundo eram seres que davam o
valor ao dia de Natal, como o simbolo do amor, como o símbolo da paz,
criaram um armistício e por todo o lugar deste planeta onde a sua força
era escutada paravam por vinte e quatro horas as lutas bélicas e
nessa noite natalícia eles melhor dormiam
hoje é o mundo da finança que dirige os seres que coabitam o nosso planeta
e os fármacos trazem um sono sossegado
os filhos de um ou outro ser têm nesta data uma arma a receber
o padre está a desaparecer da actualidade
o Natal continuará a ser festejado
nos dias despidos da religião criada pelo Homem em nome de Cristo e dos seus Apóstolos.
Nuremberga, 27 de Dezembro 2012
©Maria do Rosário Loures
Pintura de Friedrich Overbeck
Diário Poético - O Símbolo e a Religião
Embrulhaste o natal num papel fino e colorido
Enfeitado com abetos decorados de bolas douradas e fitas brilhantes, muitas!
Fizeste os biscoitos de natal para antes e depois do perú ou do ganso para esse fim nascido- criado e perante o símbolo do dia com todos os condimentos necessários no forno, bem, assado.
Se tens uma familía a teu lado, todos os entes possíveis saborearam os teus cozinhados
Se és só e feliz por algum ente foste convidado! Se não tens alguém saboreaste o bicho da tua imaginação e contentaste-te com algum programa da televisão
Se és um sem abrigo no dia seguinte mais tiveste para do caixote recolher
Antes,
quando os dirigentes muito poderosos do mundo eram seres que davam o valor ao dia de Natal, como o simbolo do amor, como o símbolo da paz, criaram um armistício e por todo o lugar deste planeta onde a sua força era escutada paravam por vinte e quatro horas as lutas bélicas e
nessa noite natalícia eles melhor dormiam
hoje é o mundo da finança que dirige os seres que coabitam o nosso planeta
e os fármacos trazem um sono sossegado
os filhos de um ou outro ser têm nesta data uma arma a receber
o padre está a desaparecer da actualidade
o Natal continuará a ser festejado
nos dias despidos da religião criada pelo Homem em nome de Cristo e dos seus Apóstolos.
Nuremberga, 27 de Dezembro 2012
©Maria do Rosário Loures
Pintura de Friedrich Overbeck
Embrulhaste o natal num papel fino e colorido
Enfeitado com abetos decorados de bolas douradas e fitas brilhantes, muitas!
Fizeste os biscoitos de natal para antes e depois do perú ou do ganso para esse fim nascido- criado e perante o símbolo do dia com todos os condimentos necessários no forno, bem, assado.
Se tens uma familía a teu lado, todos os entes possíveis saborearam os teus cozinhados
Se és só e feliz por algum ente foste convidado! Se não tens alguém saboreaste o bicho da tua imaginação e contentaste-te com algum programa da televisão
Se és um sem abrigo no dia seguinte mais tiveste para do caixote recolher
Antes,
quando os dirigentes muito poderosos do mundo eram seres que davam o valor ao dia de Natal, como o simbolo do amor, como o símbolo da paz, criaram um armistício e por todo o lugar deste planeta onde a sua força era escutada paravam por vinte e quatro horas as lutas bélicas e
nessa noite natalícia eles melhor dormiam
hoje é o mundo da finança que dirige os seres que coabitam o nosso planeta
e os fármacos trazem um sono sossegado
os filhos de um ou outro ser têm nesta data uma arma a receber
o padre está a desaparecer da actualidade
o Natal continuará a ser festejado
nos dias despidos da religião criada pelo Homem em nome de Cristo e dos seus Apóstolos.
Nuremberga, 27 de Dezembro 2012
©Maria do Rosário Loures
Pintura de Friedrich Overbeck
Coração misterioso
coração silencioso
não me deixa ver
dentro de si
pelo medo de sofrer
desilusão
como outras que
um dia o feriu
retraído coração
não me deixa não
tocar seu coração
ah coração
não faz isso não
me dê a sua mão
e deixa eu cuidar
de ti
coração que não
se deixa não
tocar em si o amor
pelo medo de sofrer
desilusão
se fecha
em seu próprio
coração.
Mestre Azevedo
coração silencioso
não me deixa ver
dentro de si
pelo medo de sofrer
desilusão
como outras que
um dia o feriu
retraído coração
não me deixa não
tocar seu coração
ah coração
não faz isso não
me dê a sua mão
e deixa eu cuidar
de ti
coração que não
se deixa não
tocar em si o amor
pelo medo de sofrer
desilusão
se fecha
em seu próprio
coração.
Mestre Azevedo
DE MÃOS DADAS
Escapou-se a vida e o viver
No lusco-fusco da madrugada
Escapou-se o sol e o luar
O monte e o horizonte
O sentido indefinido
Na ausência do teu olhar
Sobra vida e realidade
Numa esquina por dobrar
Sobram horizontes e beleza
Mais vontade e nobreza
Na água viva que vai brotar
Há mais amor e amizade
No calor da fogueira que arde
Num peito que teima arfar
Tão desabrido e destemido
No calor vivo que vai no ar
Nada cresce em mãos fechadas
Tudo se abre de mãos dadas
paxiano
MAIS UM ANO
2013 vêm ai
Tempo de renovar
Esquecer o velho
Para o novo abraçar...
Chegam às festas
A emoção contagia
É brinde
Abraços
Só festa e alegria...
E assim o ano começa
A mesma rotina
Trabalhos
Amigos
Sonhos esquecidos...
Preocupações reaparecem
Problemas não resolvidos
Tudo se junta
São todos abafados...
Só sabemos dizer:
Não temos tempo
Para resolver e ai?
O que vamos fazer...
Mais um ano novo
Mentes com coisas velhas
A vida é só pressa
Muita correria
Vamos e voltamos...
E nossa vida consiste:
Começar tudo de novo
O tempo passa
Ninguém descansa
A humanidade envelhece
E recomeça nada se esquece...
Irá Rodrigues
26/12/2012
MAIS UM ANO
2013 vêm ai
Tempo de renovar
Esquecer o velho
Para o novo abraçar...
Chegam às festas
A emoção contagia
É brinde
Abraços
Só festa e alegria...
E assim o ano começa
A mesma rotina
Trabalhos
Amigos
Sonhos esquecidos...
Preocupações reaparecem
Problemas não resolvidos
Tudo se junta
São todos abafados...
Só sabemos dizer:
Não temos tempo
Para resolver e ai?
O que vamos fazer...
Mais um ano novo
Mentes com coisas velhas
A vida é só pressa
Muita correria
Vamos e voltamos...
E nossa vida consiste:
Começar tudo de novo
O tempo passa
Ninguém descansa
A humanidade envelhece
E recomeça nada se esquece...
Irá Rodrigues
26/12/2012
2013 vêm ai
Tempo de renovar
Esquecer o velho
Para o novo abraçar...
Chegam às festas
A emoção contagia
É brinde
Abraços
Só festa e alegria...
E assim o ano começa
A mesma rotina
Trabalhos
Amigos
Sonhos esquecidos...
Preocupações reaparecem
Problemas não resolvidos
Tudo se junta
São todos abafados...
Só sabemos dizer:
Não temos tempo
Para resolver e ai?
O que vamos fazer...
Mais um ano novo
Mentes com coisas velhas
A vida é só pressa
Muita correria
Vamos e voltamos...
E nossa vida consiste:
Começar tudo de novo
O tempo passa
Ninguém descansa
A humanidade envelhece
E recomeça nada se esquece...
Irá Rodrigues
26/12/2012
EU TU E O SOL
Sinto o sol
Aquece o meu corpo
Neste entardecer
Tu
Com teu olhar
Aqueces minha alma
Teu corpo
Moreno
Livre
Solto
O sol
Vai-se embora
Teu sorriso
É lindo
Teus beijos
São doces
Tu
Que como o sol
No entardecer
Também
Se foi embora
Tu
Não
Estás mais
Neste meu mundo
Onde eu estou.
De minha autoria
Mila Lopes
EU TU E O SOL
Sinto o sol
Aquece o meu corpo
Neste entardecer
Tu
Com teu olhar
Aqueces minha alma
Teu corpo
Moreno
Livre
Solto
O sol
Vai-se embora
Teu sorriso
É lindo
Teus beijos
São doces
Tu
Que como o sol
No entardecer
Também
Se foi embora
Tu
Não
Estás mais
Neste meu mundo
Onde eu estou.
De minha autoria
Mila Lopes
Sinto o sol
Aquece o meu corpo
Neste entardecer
Tu
Com teu olhar
Aqueces minha alma
Teu corpo
Moreno
Livre
Solto
O sol
Vai-se embora
Teu sorriso
É lindo
Teus beijos
São doces
Tu
Que como o sol
No entardecer
Também
Se foi embora
Tu
Não
Estás mais
Neste meu mundo
Onde eu estou.
De minha autoria
Mila Lopes
CHAGÁSICAS IMAGENS
Horrivelmente imerso em trevas sigo
E tanto quanto posso ainda creio
Que enquanto houver um sonho ou mesmo um veio
Ainda se verá quem sabe, abrigo.
Empesteando a vida não consigo
Vencer a fantasia que rodeio
E dela muitas vezes mesmo alheio
Percebo bem sutil, medo e perigo.
Enveredando sendas mais profanas
Proféticos oráculos; predizes
E tentas discernir gozo de dor,
E quando vejo o encanto decompor
Chagásicas imagens: cicatrizes...
MARCOS LOURES E RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS
AFINAL QUE FIZ EU?
Ah como esperei
Uma resposta carinhosa
Aos versos que te dediquei
Mas foi apenas silenciosa
Como nunca imaginei
Como se o amor fosse desprezível
E o meu nem credível
Senti um calafrio que me percorreu
Dos pés à cabeça
Afinal que fiz eu?
Para que tudo errado aconteça!
Por ser sincera
E dizer quanto te amo
Quantas passam a vida à espera
E ficam em segundo plano
Querendo ouvir dizer “ te amo”
Com lágrimas de emoção
No olhar
Palavras vindas do coração
Que gostariam de escutar
tulipanegra
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