A barca!
Sem vento!
Sem ar...!
Só meu sentimento
e eu sinto o seu arfar!
Sufocada e apertada
minha garganta calada
por não poder respirar!
Se ao menos esse ar
essa brisa que alenta
me ajude a levar...!
Esta barca moribunda
Meus sentidos que já perdidos
já sem a vela que a empurra
estou certa que vai afundar!
Esse ar que não respiro
Esse amor...! Que sentimento!
Esse alento que de tão puro
que aqui mora mas já sem rumo!
Tento de novo soprar
para a barca poder zarpar
deste porto ou de um vindouro
que me queira atafegar
e deixar
esta barca moribunda
com este latido tão fraco!
E se logro?
Se vem o vento e a empurra?
Então esta barca será um navio
E nada a fará parar!
Qual porto
qual estaleiro
Obrigará tal destino a ter
que a reparar?
Se das rochas eu me desvio
desde que tenha alimento
o mundo pode esperar!
Maria Morais de Sa
A barca!
Sem vento!
Sem ar...!
Só meu sentimento
Sem vento!
Sem ar...!
Só meu sentimento
e eu sinto o seu arfar!
Sufocada e apertada
minha garganta calada
por não poder respirar!
Se ao menos esse ar
essa brisa que alenta
me ajude a levar...!
Esta barca moribunda
Meus sentidos que já perdidos
já sem a vela que a empurra
estou certa que vai afundar!
Esse ar que não respiro
Esse amor...! Que sentimento!
Esse alento que de tão puro
que aqui mora mas já sem rumo!
Tento de novo soprar
para a barca poder zarpar
deste porto ou de um vindouro
que me queira atafegar
e deixar
esta barca moribunda
com este latido tão fraco!
E se logro?
Se vem o vento e a empurra?
Então esta barca será um navio
E nada a fará parar!
Qual porto
qual estaleiro
Obrigará tal destino a ter
que a reparar?
Se das rochas eu me desvio
desde que tenha alimento
o mundo pode esperar!
Maria Morais de Sa
Sufocada e apertada
minha garganta calada
por não poder respirar!
Se ao menos esse ar
essa brisa que alenta
me ajude a levar...!
Esta barca moribunda
Meus sentidos que já perdidos
já sem a vela que a empurra
estou certa que vai afundar!
Esse ar que não respiro
Esse amor...! Que sentimento!
Esse alento que de tão puro
que aqui mora mas já sem rumo!
Tento de novo soprar
para a barca poder zarpar
deste porto ou de um vindouro
que me queira atafegar
e deixar
esta barca moribunda
com este latido tão fraco!
E se logro?
Se vem o vento e a empurra?
Então esta barca será um navio
E nada a fará parar!
Qual porto
qual estaleiro
Obrigará tal destino a ter
que a reparar?
Se das rochas eu me desvio
desde que tenha alimento
o mundo pode esperar!
Maria Morais de Sa

Sem comentários:
Enviar um comentário