terça-feira, 20 de novembro de 2012

AMOR DE MÃE
Uma vez, noutros tempos a vida me olhou
Porque ainda tinha carinhos,
Quando meu marido a meu lado andava,
Depois o amor terminou, então parei…
Para ver meus filhos crescer!

Não sei até onde conseguirei ir,
Para pelos meus filhos lutar…
Mas à imagem da minha frágil pessoa
Alguém se encontra perto para me encorajar!

Se eu conseguir ser forte e perder o medo,
A minha vida ficará mais lúcida…
Por vezes penso que estou num jardim,
Rodeada das mais belas flores que há!

No meu horizonte a felicidade renasce,
E com os meus filhos aumenta…
No seio de tão grande imagem,
O meu coração quase não aguenta!

E com todos estes valores,
Posso-vos facilmente classificar…
Abrindo a minha enorme alma,
Posso dizer-vos que jamais vos vou abandonar!

Porque sois minha vida, o meu tesouro,
Os meus filhos queridos…
Sois uma parte de mim,
Sois o meu maior consolo!


ANO 1979
NAZARÉ G.
AMOR DE MÃE
Uma vez, noutros tempos a vida me olhou
Porque ainda tinha carinhos,
Quando meu marido a meu lado andava,
Depois o amor terminou, então parei…
Para ver meus filhos  crescer!

Não sei até onde conseguirei ir,
Para pelos meus filhos lutar…
Mas à imagem da minha frágil pessoa
Alguém se encontra perto para me encorajar!

Se eu conseguir ser forte e perder o medo,
A minha vida ficará mais lúcida…
Por vezes penso que estou num jardim,
Rodeada das mais belas flores que há!

No meu horizonte a felicidade renasce,
E com os meus filhos aumenta…
No seio de tão grande imagem,
O meu coração quase não aguenta!

E com todos estes valores,
Posso-vos facilmente classificar…
Abrindo a minha enorme alma,
Posso dizer-vos que jamais vos vou abandonar!

Porque sois minha vida, o meu tesouro,
Os meus filhos queridos…
Sois uma parte de mim,
Sois o meu maior consolo!


ANO 1979
NAZARÉ G.

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