terça-feira, 20 de novembro de 2012

Não se atriguem!

Quando eu era mais novo
Não pensava chegar aqui
Agora que já mal me movo
Pouco é novo do que senti
Mas assim me sinto bem
Podem disso ter a certeza
Não acredito que haja alguém
Num caminho com tanta beleza
Caminhei ao longo do tempo
Por veredas e caminhos escuros
Mas jamais perdi um momento
Quando tinha que saltar muros
Saltei todos os que me apareceram
Quando não tinha responsabilidades
E em alguns aconteceram
Saltos que me deixaram saudades
Mas agora o que é que isso importa
Se já não tenho a mesma pedalada
Mesmo que a mente não esteja morta
Só a ideia não chega a nada
É assim ó meus amigos
Vocês podem acreditar
Nunca percam os sentidos
Naquilo que querem amar
Vão prá frente, vão a direito
Não se atriguem um bocadinho
Mesmo que a ideia não tenha jeito
Façam a coisa com jeitinho
Não queiram magoar ninguém
Cumpram com vossa ilusão
Essa ideia é como um bem
De que ninguém tem compaixão

Armindo Loureiro – 19/11/2012 – 22H40

Sem comentários:

Enviar um comentário