A horrível morte …
De dois olhos lindos,
(pretas ‘azeitonas’),
Rolam pérolas de horrores.
Choram profundamente
A perda de seus amores
Seus pais morreram
Seu olhar transmite dó
Seus irmãos fugiram
Sua vida ficou só
Seu rumo afirma-se
So(lamente), nas melodias do seu violino
Esfumam-se as esperanças.
Na lembrança,
a matança sanguinária
brava,
de almas puras e brandas
que o seu coração consome.
E seu corpo morre, lentamente à fome, de saudade.
Magá Figueiredo
A horrível morte …
De dois olhos lindos,
(pretas ‘azeitonas’),
Rolam pérolas de horrores.
Choram profundamente
A perda de seus amores
Seus pais morreram
Seu olhar transmite dó
Seus irmãos fugiram
Sua vida ficou só
Seu rumo afirma-se
So(lamente), nas melodias do seu violino
Esfumam-se as esperanças.
Na lembrança,
a matança sanguinária
brava,
de almas puras e brandas
que o seu coração consome.
E seu corpo morre, lentamente à fome, de saudade.
Magá Figueiredo
De dois olhos lindos,
(pretas ‘azeitonas’),
Rolam pérolas de horrores.
Choram profundamente
A perda de seus amores
Seus pais morreram
Seu olhar transmite dó
Seus irmãos fugiram
Sua vida ficou só
Seu rumo afirma-se
So(lamente), nas melodias do seu violino
Esfumam-se as esperanças.
Na lembrança,
a matança sanguinária
brava,
de almas puras e brandas
que o seu coração consome.
E seu corpo morre, lentamente à fome, de saudade.
Magá Figueiredo

Sem comentários:
Enviar um comentário