RIOS DENTRO DE NÓS
Despenham-se águas
das montanhas
Entre vales na terra cavados
Levam-nas em busca duma foz
De tempos idos, apertados
Como rios dentro de nós
Há rios que correm dentro
de nós
Nas veias tensas alteradas
Não são leitos nem levadas
São angústias da nossa voz
Que buscam o rumo à foz
São águas que afastam
margens
No desvelo da sua marcha
O desabafo da sua queixa
É a dúvida que nos deixa
No resto que depois se acha
São águas em turbulência
Que se inquietam e se agitam
Gritam e tocam na consciência
paxiano
De tempos idos, apertados
Como rios dentro de nós
Há rios que correm dentro
de nós
Nas veias tensas alteradas
Não são leitos nem levadas
São angústias da nossa voz
Que buscam o rumo à foz
São águas que afastam
margens
No desvelo da sua marcha
O desabafo da sua queixa
É a dúvida que nos deixa
No resto que depois se acha
São águas em turbulência
Que se inquietam e se agitam
Gritam e tocam na consciência
paxiano
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