Pensamentos que falam
Tenho palavras contidas, dentro de mim
Que nascem do nada
Que choram e que gritam
Que fazem a alma sangrar
Numa dor infinita que resguardo.
Palavras revestidas…
Que sorriem e que me beijam
Que me aquecem a alma.
Ainda tenho partes de mim
Que acreditam, que um dia
As vou vestir, com poemas
E fazer com que murmurem musica.
Na íris dos meus olhos
Despontam os sonhos, carrego a cor rubra
De uma flor…e a liberdade, nos lábios.
Descubro-te, no silêncio, que me escuta
E ilumina.
Os dedos perdidos na caneta
Vão tecendo, pensamentos inquietos
Dilatando a tinta e esculpindo versos
Que me pintam nas linhas
Solto a minha alma, inquieta
Que fala e baila, na folha de papel.
Perigosamente invado
E ofereço a minha essência, viajo
E entrego-me, a ti…num voo raso…
Exponho o calor
E o frio, que me palpita no peito
E na alma…
Que podia ficar dentro de mim
Se eu não libertasse…as palavras que me falam…
Que me escorrem rebeldemente
De dentro para fora.
Telma Estêvão
Pensamentos que falam
Tenho palavras contidas, dentro de mim
Que nascem do nada
Que choram e que gritam
Que fazem a alma sangrar
Numa dor infinita que resguardo.
Palavras revestidas…
Que sorriem e que me beijam
Que me aquecem a alma.
Ainda tenho partes de mim
Que acreditam, que um dia
As vou vestir, com poemas
E fazer com que murmurem musica.
Na íris dos meus olhos
Despontam os sonhos, carrego a cor rubra
De uma flor…e a liberdade, nos lábios.
Descubro-te, no silêncio, que me escuta
E ilumina.
Os dedos perdidos na caneta
Vão tecendo, pensamentos inquietos
Dilatando a tinta e esculpindo versos
Que me pintam nas linhas
Solto a minha alma, inquieta
Que fala e baila, na folha de papel.
Perigosamente invado
E ofereço a minha essência, viajo
E entrego-me, a ti…num voo raso…
Exponho o calor
E o frio, que me palpita no peito
E na alma…
Que podia ficar dentro de mim
Se eu não libertasse…as palavras que me falam…
Que me escorrem rebeldemente
De dentro para fora.
Telma Estêvão
Tenho palavras contidas, dentro de mim
Que nascem do nada
Que choram e que gritam
Que fazem a alma sangrar
Numa dor infinita que resguardo.
Palavras revestidas…
Que sorriem e que me beijam
Que me aquecem a alma.
Ainda tenho partes de mim
Que acreditam, que um dia
As vou vestir, com poemas
E fazer com que murmurem musica.
Na íris dos meus olhos
Despontam os sonhos, carrego a cor rubra
De uma flor…e a liberdade, nos lábios.
Descubro-te, no silêncio, que me escuta
E ilumina.
Os dedos perdidos na caneta
Vão tecendo, pensamentos inquietos
Dilatando a tinta e esculpindo versos
Que me pintam nas linhas
Solto a minha alma, inquieta
Que fala e baila, na folha de papel.
Perigosamente invado
E ofereço a minha essência, viajo
E entrego-me, a ti…num voo raso…
Exponho o calor
E o frio, que me palpita no peito
E na alma…
Que podia ficar dentro de mim
Se eu não libertasse…as palavras que me falam…
Que me escorrem rebeldemente
De dentro para fora.
Telma Estêvão

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