NA QUINTA DO TI MANEL
Há animais a granel
Tem galinhas e perus
Entre outros animais
Que ele cuida sem tabus
Sem se importar com os demais
Espalhadas pela seara
As abelhas na colmeia
Uma beleza rara
A fabricar o mel com canseira
A formiguinha aflita
Para transportar cada grão
Mas a pobre não se irrita
Propõe-se encher o celeiro
Antes que acabe o Verão
Seguem ligeiras em carreirinho
Para nenhuma se perder
Não se desviam do seu caminho
Fazem isso com o sentido
De ter alimento garantido
E à fome não morrer
tulipanegra
NA QUINTA DO TI MANEL
Há animais a granel
Tem galinhas e perus
Entre outros animais
Há animais a granel
Tem galinhas e perus
Entre outros animais
Que ele cuida sem tabus
Sem se importar com os demais
Espalhadas pela seara
As abelhas na colmeia
Uma beleza rara
A fabricar o mel com canseira
A formiguinha aflita
Para transportar cada grão
Mas a pobre não se irrita
Propõe-se encher o celeiro
Antes que acabe o Verão
Seguem ligeiras em carreirinho
Para nenhuma se perder
Não se desviam do seu caminho
Fazem isso com o sentido
De ter alimento garantido
E à fome não morrer
tulipanegra
Sem se importar com os demais
Espalhadas pela seara
As abelhas na colmeia
Uma beleza rara
A fabricar o mel com canseira
A formiguinha aflita
Para transportar cada grão
Mas a pobre não se irrita
Propõe-se encher o celeiro
Antes que acabe o Verão
Seguem ligeiras em carreirinho
Para nenhuma se perder
Não se desviam do seu caminho
Fazem isso com o sentido
De ter alimento garantido
E à fome não morrer
tulipanegra

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