Retrospecção!
A infância?
Foi cruel, sofrida,
Sem graça...
Momentos em que dizem
Que nada dói
Que tudo passa...
São apenas inverdades
Dela não sinto saudades!
Depois o tempo passou
Lento, sombrio ...
No meu ser
Apenas se concentrou
O vazio.
Mais tarde
Sem grande alarde
Apareceste.
Foi mau ,
Rancoroso, frio
O que me deste...
Presenteei-te com duas flores
Que ainda hoje são meus amores,
Pouco ligaste...
Ou... Se assim não foi,
Não demonstraste.
Ciúmes, palavras menos correctas,
Desaforos... Até menosprezo,
Foi esse o teu legado.
Continuei lutando
O coração sangrando...
Só, sempre só , contigo ao lado.
Ouvindo que nada,
Nada do que fizesse tinha valor...
Destruíste todo um poema,
O poema do nosso amor!
Deixei a música, a escrita,
Deixei tudo o que gostava
Apenas numa tentativa
De ver se te agradava.
Cansada..
Dei nossa história por acabada.
Seguiu a vida
E eu em frente
Sozinha , perdida
No meio de tanta gente...
A percorrer a estrada.
Segui o meu caminho...
Na solidão me afundei
Nela construí meu ninho.
Cometi erros ,
Caí e me ergui..
Mas.. nada me fez falta
O que viesse de ti.
Nunca me dei grande valor
Nunca me senti a tal... a melhor.
Lutei sempre
Mesmo contra vontade
De muita gente...
Hoje, vou escrevendo,
Rabiscando com arte
O que vou vivendo.
Tudo me marcou intensamente
Fez de mim o que sou...
Talvez de tão desprezada
Por nunca me ter sentido amada,
Sempre me dei e dou...
Hoje, sinto-me feliz, encontrei o Amor!
Mas..
Ainda há momentos
Em que recordo toda essa dor!
Helena Cunha
Retrospecção!
A infância?
Foi cruel, sofrida,
Sem graça...
A infância?
Foi cruel, sofrida,
Sem graça...
Momentos em que dizem
Que nada dói
Que tudo passa...
São apenas inverdades
Dela não sinto saudades!
Depois o tempo passou
Lento, sombrio ...
No meu ser
Apenas se concentrou
O vazio.
Mais tarde
Sem grande alarde
Apareceste.
Foi mau ,
Rancoroso, frio
O que me deste...
Presenteei-te com duas flores
Que ainda hoje são meus amores,
Pouco ligaste...
Ou... Se assim não foi,
Não demonstraste.
Ciúmes, palavras menos correctas,
Desaforos... Até menosprezo,
Foi esse o teu legado.
Continuei lutando
O coração sangrando...
Só, sempre só , contigo ao lado.
Ouvindo que nada,
Nada do que fizesse tinha valor...
Destruíste todo um poema,
O poema do nosso amor!
Deixei a música, a escrita,
Deixei tudo o que gostava
Apenas numa tentativa
De ver se te agradava.
Cansada..
Dei nossa história por acabada.
Seguiu a vida
E eu em frente
Sozinha , perdida
No meio de tanta gente...
A percorrer a estrada.
Segui o meu caminho...
Na solidão me afundei
Nela construí meu ninho.
Cometi erros ,
Caí e me ergui..
Mas.. nada me fez falta
O que viesse de ti.
Nunca me dei grande valor
Nunca me senti a tal... a melhor.
Lutei sempre
Mesmo contra vontade
De muita gente...
Hoje, vou escrevendo,
Rabiscando com arte
O que vou vivendo.
Tudo me marcou intensamente
Fez de mim o que sou...
Talvez de tão desprezada
Por nunca me ter sentido amada,
Sempre me dei e dou...
Hoje, sinto-me feliz, encontrei o Amor!
Mas..
Ainda há momentos
Em que recordo toda essa dor!
Helena Cunha
Que nada dói
Que tudo passa...
São apenas inverdades
Dela não sinto saudades!
Depois o tempo passou
Lento, sombrio ...
No meu ser
Apenas se concentrou
O vazio.
Mais tarde
Sem grande alarde
Apareceste.
Foi mau ,
Rancoroso, frio
O que me deste...
Presenteei-te com duas flores
Que ainda hoje são meus amores,
Pouco ligaste...
Ou... Se assim não foi,
Não demonstraste.
Ciúmes, palavras menos correctas,
Desaforos... Até menosprezo,
Foi esse o teu legado.
Continuei lutando
O coração sangrando...
Só, sempre só , contigo ao lado.
Ouvindo que nada,
Nada do que fizesse tinha valor...
Destruíste todo um poema,
O poema do nosso amor!
Deixei a música, a escrita,
Deixei tudo o que gostava
Apenas numa tentativa
De ver se te agradava.
Cansada..
Dei nossa história por acabada.
Seguiu a vida
E eu em frente
Sozinha , perdida
No meio de tanta gente...
A percorrer a estrada.
Segui o meu caminho...
Na solidão me afundei
Nela construí meu ninho.
Cometi erros ,
Caí e me ergui..
Mas.. nada me fez falta
O que viesse de ti.
Nunca me dei grande valor
Nunca me senti a tal... a melhor.
Lutei sempre
Mesmo contra vontade
De muita gente...
Hoje, vou escrevendo,
Rabiscando com arte
O que vou vivendo.
Tudo me marcou intensamente
Fez de mim o que sou...
Talvez de tão desprezada
Por nunca me ter sentido amada,
Sempre me dei e dou...
Hoje, sinto-me feliz, encontrei o Amor!
Mas..
Ainda há momentos
Em que recordo toda essa dor!
Helena Cunha

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