A ECONOMIA COMEÇA
Casas tristes
Húmidas e sombrias
São tantas as que ainda existe
Casas velhas doentias
O musgo cresce no chão
Com seu tom esverdeado
Eis que chega a ocasião
De retirar alguns bocados
Neste momento de crise
Que o país atravessa
Não pode haver deslize
A economia começa
Nesta quadra natalícia
Usa-se o que da natureza vem
Com um pouco de perícia
Tudo há-de correr bem
Todos querem ajudar
Do maior ao mais pequeno
Para o presépio montar
É preciso estar sereno
Os maiores procuram pedras
Os mais pequenos apanham musgo
Enquanto lembram outras eras
Porque agora mudou tudo
Alguns restos de cortiça
Ou um pouco de cartão
Uma mão cheia de palha
E fala-se de injustiça
E porque não!
Da vida de quem trabalha
tulipanegra
O musgo cresce no chão
Com seu tom esverdeado
Eis que chega a ocasião
De retirar alguns bocados
Neste momento de crise
Que o país atravessa
Não pode haver deslize
A economia começa
Nesta quadra natalícia
Usa-se o que da natureza vem
Com um pouco de perícia
Tudo há-de correr bem
Todos querem ajudar
Do maior ao mais pequeno
Para o presépio montar
É preciso estar sereno
Os maiores procuram pedras
Os mais pequenos apanham musgo
Enquanto lembram outras eras
Porque agora mudou tudo
Alguns restos de cortiça
Ou um pouco de cartão
Uma mão cheia de palha
E fala-se de injustiça
E porque não!
Da vida de quem trabalha
tulipanegra
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