segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Olhares subtis!

Subo o meu olhar para ti
E vejo-te no olhar meu
Que olhar, até tremi
Queria tanto ser teu
E tu ali sorridente
Olhando no meu interior
E eu de tão contente
Só te quero a ti, meu amor
Que olhar, que beleza
Penetrante e tão limpo
Não é qualquer natureza
Que o possui, eu o sinto
É tal o meu sentimento
Que eu já não sei o que fazer
Olho para ti a todo o tempo
E vejo em ti o meu prazer
Tenho prazer em ser teu
Gosto de te dar o meu amor
Meu olhar em ti jamais morreu
Mesmo que às vezes sinta dor
Mas é uma dor por te ver longe
Longe mas não do meu coração
Jamais gostaria de ser Monge
E perder a alegria da tua paixão
Namoro-te aqui com amizade
Namoro-te aqui como ideal
Um dia poderei vir a ter saudade
Se deixar de te ter desta forma igual

Armindo Loureiro – 20/01/2013 – 20H55

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