Meu limite!
Não posso!
Não tenho esse direito!
A cabeça quero repousar
e enquanto assim me sentir
desperto em mim o processo
que me está a matar!
Revolto meus braços
levanto ao céu minhas mãos e peço
daqui me quero ir...!
Que o tempo demora
que a vida me foge
que os pés já não seguro
e de joelhos não quero ficar!
Que se me vai a alma
se ao menos a confiança me acalma!
Mas se ela já não existe
em que vou acreditar...?
Faces em dobro como a lua
que me mente e foge quando é de dia!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Tanto foi essa alegria
que durou só um momento
que esse interior de mim se iludiu
não sei que viu para que o tempo
agora seja outro e me termine
em pensamento cru de um só lamento!
Jamais será igual
jamais essa suave pele de pêssego
roçado pela minha mão terá o mesmo gosto
a mesma sensação!
Porque insisto?
Não posso!
Não tenho esse direito!
Se até a madrugada perdeu esse brilho
que encadeava meu sonho de nada
mas que sorria em mim e dentro do meu
peito algo palpitava algo dizia esta é tua alegria!
Rompia e deslumbrava meu sentir meu sorriso
e agora?
Já nada é o mesmo!
Agora me jaz o medo de sorrir
por sentir que tudo é ridículo!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Baixo as mãos e me perco
só desejo repousar minha cabeça e adormecer!
Esse sono mágico que me leva donde eu deva ficar
num eterno bem estar em paz
e o que aqui se fez e se faz
seja em memória de mim!
Não posso!
Não tenho esse direito...
Maria Morais de Sa
Meu limite!
Não posso!
Não tenho esse direito!
A cabeça quero repousar
e enquanto assim me sentir
desperto em mim o processo
que me está a matar!
Revolto meus braços
levanto ao céu minhas mãos e peço
daqui me quero ir...!
Que o tempo demora
que a vida me foge
que os pés já não seguro
e de joelhos não quero ficar!
Que se me vai a alma
se ao menos a confiança me acalma!
Mas se ela já não existe
em que vou acreditar...?
Faces em dobro como a lua
que me mente e foge quando é de dia!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Tanto foi essa alegria
que durou só um momento
que esse interior de mim se iludiu
não sei que viu para que o tempo
agora seja outro e me termine
em pensamento cru de um só lamento!
Jamais será igual
jamais essa suave pele de pêssego
roçado pela minha mão terá o mesmo gosto
a mesma sensação!
Porque insisto?
Não posso!
Não tenho esse direito!
Se até a madrugada perdeu esse brilho
que encadeava meu sonho de nada
mas que sorria em mim e dentro do meu
peito algo palpitava algo dizia esta é tua alegria!
Rompia e deslumbrava meu sentir meu sorriso
e agora?
Já nada é o mesmo!
Agora me jaz o medo de sorrir
por sentir que tudo é ridículo!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Baixo as mãos e me perco
só desejo repousar minha cabeça e adormecer!
Esse sono mágico que me leva donde eu deva ficar
num eterno bem estar em paz
e o que aqui se fez e se faz
seja em memória de mim!
Não posso!
Não tenho esse direito...
Maria Morais de Sa
Não posso!
Não tenho esse direito!
A cabeça quero repousar
e enquanto assim me sentir
desperto em mim o processo
que me está a matar!
Revolto meus braços
levanto ao céu minhas mãos e peço
daqui me quero ir...!
Que o tempo demora
que a vida me foge
que os pés já não seguro
e de joelhos não quero ficar!
Que se me vai a alma
se ao menos a confiança me acalma!
Mas se ela já não existe
em que vou acreditar...?
Faces em dobro como a lua
que me mente e foge quando é de dia!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Tanto foi essa alegria
que durou só um momento
que esse interior de mim se iludiu
não sei que viu para que o tempo
agora seja outro e me termine
em pensamento cru de um só lamento!
Jamais será igual
jamais essa suave pele de pêssego
roçado pela minha mão terá o mesmo gosto
a mesma sensação!
Porque insisto?
Não posso!
Não tenho esse direito!
Se até a madrugada perdeu esse brilho
que encadeava meu sonho de nada
mas que sorria em mim e dentro do meu
peito algo palpitava algo dizia esta é tua alegria!
Rompia e deslumbrava meu sentir meu sorriso
e agora?
Já nada é o mesmo!
Agora me jaz o medo de sorrir
por sentir que tudo é ridículo!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Baixo as mãos e me perco
só desejo repousar minha cabeça e adormecer!
Esse sono mágico que me leva donde eu deva ficar
num eterno bem estar em paz
e o que aqui se fez e se faz
seja em memória de mim!
Não posso!
Não tenho esse direito...
Maria Morais de Sa
![Meu limite!
Não posso!
Não tenho esse direito!
A cabeça quero repousar
e enquanto assim me sentir
desperto em mim o processo
que me está a matar!
Revolto meus braços
levanto ao céu minhas mãos e peço
daqui me quero ir...!
Que o tempo demora
que a vida me foge
que os pés já não seguro
e de joelhos não quero ficar!
Que se me vai a alma
se ao menos a confiança me acalma!
Mas se ela já não existe
em que vou acreditar...?
Faces em dobro como a lua
que me mente e foge quando é de dia!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Tanto foi essa alegria
que durou só um momento
que esse interior de mim se iludiu
não sei que viu para que o tempo
agora seja outro e me termine
em pensamento cru de um só lamento!
Jamais será igual
jamais essa suave pele de pêssego
roçado pela minha mão terá o mesmo gosto
a mesma sensação!
Porque insisto?
Não posso!
Não tenho esse direito!
Se até a madrugada perdeu esse brilho
que encadeava meu sonho de nada
mas que sorria em mim e dentro do meu
peito algo palpitava algo dizia esta é tua alegria!
Rompia e deslumbrava meu sentir meu sorriso
e agora?
Já nada é o mesmo!
Agora me jaz o medo de sorrir
por sentir que tudo é ridículo!
Não posso!
Não tenho esse direito!
Baixo as mãos e me perco
só desejo repousar minha cabeça e adormecer!
Esse sono mágico que me leva donde eu deva ficar
num eterno bem estar em paz
e o que aqui se fez e se faz
seja em memória de mim!
Não posso!
Não tenho esse direito...
@[100000065630482:2048:Maria Morais de Sa]](https://fbcdn-sphotos-c-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/s480x480/184764_558843614127821_881466397_n.jpg)
Sem comentários:
Enviar um comentário