Por: Nazaré G. (Naná)
Escrevo em forma de versos
Tenho paixão pelas palavras
Elas ecoam dentro de mim
E de mim riem quando me falta a rima
E não consigo expressar o que sinto
Jamais serei poeta continuando assim!
Mas a poesia é eterna
E queria eternizar o meu poema
Será que o vão queimar?
Quantos serão perdidos, ou até esquecidos
Quantos, quantos irão guardar?!
Não importa quem os escreveu
Se foi outro poeta ou fui eu
Não me importa quem os rasgou
São apenas versos, frases, desabafos,
Que minha alma um dia desabafou!
Se forem perdidos, rasgados, esquecidos
Pois não importa, a poesia sempre volta
Foi dela que meu espirito se alimentou
Das palavras em que o pranto me deixou!
Vou continuar a criar poesia…
Escrevo tudo o que canto e sinto
Lembrando o meu beijo roubado
O riso o encanto que sustento
Pois é na poesia que encontro alento!
Mas que me importa se minha poesia fica morta
Continuo escrevendo nesta folha branca
E falarei de minha amargura ou algo novo
Porque dizem… que sou a poeta do povo!
20/01/13
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