"Apaga teus sonhos das frias calçadas na madrugada triste e vazia...
vaga na amplitude do infinito um mundo a mais... vai, grita, sonha, vela
a manhã que não te pedirá permissão para chegar, nem para cair a chuva
ou atrever o sol entrar radiante pela tua janela e fazer incômodo a tua
tristeza... gritando ou mudo a vida vai te arranhando com suas vestes de
cetim negras e ríspida dos restos de buscas... você será somente você
perdido nos teus devaneios errantes, eu ficarei à janela ver o orvalho
se perder em tua saudade imortal..."
(Paghany)
Sem comentários:
Enviar um comentário