segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

SOPRO DE VIDA

Para ti acendi meu sol
Meu brilho de estrela candente
Abri minha via láctea
estrada de Santiago
E o clarão da manhã nascente

Para ti fiz-me flauta de prata
Como lira encantadora
Tão sem jeito e louco
Assim, sem mais nada
Um nada que já era tão pouco

Para ti meu amor pedirei
luz às estrelas
Sol brilhante ao azul do céu
Um arrepiante sopro de vida
que aqueça
Não o brilho, que esse já é teu

Para ti rogarei às estrelas
Calor do fogo que há em mim
Sopro de seres princípio e fim

paxiano

Sem comentários:

Enviar um comentário