COMO GOSTARIA
Gostava de me levantar
Numa manhã mágica de verão
Sentir a poesia chegar
E realçar esta pobre poeta
Na sua recordação!
Queria falar-vos em proza ou verso
Desta linda aldeia da cova da beira
Com esta abençoada fala
Que tem no poema, frases e temas!
E espalha harmonia e beleza
Com silabas morenas desta bela natureza!
Com o coração sem experiência
Quero amar, construir um ninho
De amor e poesia…
Trazendo seus cantares,
Lágrimas, suores e sorrisos…
Desta gente falar com alegria!
Trazer com a poesia a esperança
Destes destinos, destas gentes
Em rimas que embalam momentos
Dolorosos ou felizes…
Queria interpretar como ninguém
O fogo que me alimenta
Em cada estrofe em cada espaço
Onde o som da minha voz…
Se transmitisse como feitiço
Ao escutarem-me!
Seduzisse pela musicalidade
A justeza de cada vá bulo
E ouvisse dizer…
Não há poeta maior que tu
Nesta terra pequena e fria
Nesta aldeia de Alcaria!
Sítio onde surgem abelhas em Zoeira
A sugar o pólen das flores gentis
Ovelhas nos montes
Recordando horizontes felizes
E à distância ouvir cantar os galos
Em escassos intervalos de sons
Pombas revoando num chilrear vão passando
Neste céu tão azul, nesta terra que diria…
Linda Aldeia de Alcaria !
Nazaré G (Naná) 17/01/2013
COMO GOSTARIA
Gostava de me levantar
Numa manhã mágica de verão
Sentir a poesia chegar
E realçar esta pobre poeta
Na sua recordação!
Queria falar-vos em proza ou verso
Desta linda aldeia da cova da beira
Com esta abençoada fala
Que tem no poema, frases e temas!
E espalha harmonia e beleza
Com silabas morenas desta bela natureza!
Com o coração sem experiência
Quero amar, construir um ninho
De amor e poesia…
Trazendo seus cantares,
Lágrimas, suores e sorrisos…
Desta gente falar com alegria!
Trazer com a poesia a esperança
Destes destinos, destas gentes
Em rimas que embalam momentos
Dolorosos ou felizes…
Queria interpretar como ninguém
O fogo que me alimenta
Em cada estrofe em cada espaço
Onde o som da minha voz…
Se transmitisse como feitiço
Ao escutarem-me!
Seduzisse pela musicalidade
A justeza de cada vá bulo
E ouvisse dizer…
Não há poeta maior que tu
Nesta terra pequena e fria
Nesta aldeia de Alcaria!
Sítio onde surgem abelhas em Zoeira
A sugar o pólen das flores gentis
Ovelhas nos montes
Recordando horizontes felizes
E à distância ouvir cantar os galos
Em escassos intervalos de sons
Pombas revoando num chilrear vão passando
Neste céu tão azul, nesta terra que diria…
Linda Aldeia de Alcaria !
Nazaré G (Naná) 17/01/2013
Gostava de me levantar
Numa manhã mágica de verão
Sentir a poesia chegar
E realçar esta pobre poeta
Na sua recordação!
Queria falar-vos em proza ou verso
Desta linda aldeia da cova da beira
Com esta abençoada fala
Que tem no poema, frases e temas!
E espalha harmonia e beleza
Com silabas morenas desta bela natureza!
Com o coração sem experiência
Quero amar, construir um ninho
De amor e poesia…
Trazendo seus cantares,
Lágrimas, suores e sorrisos…
Desta gente falar com alegria!
Trazer com a poesia a esperança
Destes destinos, destas gentes
Em rimas que embalam momentos
Dolorosos ou felizes…
Queria interpretar como ninguém
O fogo que me alimenta
Em cada estrofe em cada espaço
Onde o som da minha voz…
Se transmitisse como feitiço
Ao escutarem-me!
Seduzisse pela musicalidade
A justeza de cada vá bulo
E ouvisse dizer…
Não há poeta maior que tu
Nesta terra pequena e fria
Nesta aldeia de Alcaria!
Sítio onde surgem abelhas em Zoeira
A sugar o pólen das flores gentis
Ovelhas nos montes
Recordando horizontes felizes
E à distância ouvir cantar os galos
Em escassos intervalos de sons
Pombas revoando num chilrear vão passando
Neste céu tão azul, nesta terra que diria…
Linda Aldeia de Alcaria !
Nazaré G (Naná) 17/01/2013

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