Esperando o sol!
Olhei e pensei ser uma miragem
e senti como se me retirassem
as meras ilusões e sonhos que um dia concebi!
Desejo agora esse abrir de portas e
janelas absurdas que me trancam
com esses ferrolhos e ferros que nunca vi!
Essas paredes tortas e estas ruínas negras
desabando em pedras soltas
rebentando o fosso desse chão de mim!
Com elas ergui castelos vertiginosos
e com eles cresci pintando
olhares em horizontes
formando defesas grandes e fortes
pensando que neles não veria o fim!
Agora senti que o verde me tenta subir
por estes fracos e débeis alicerces!
Ocupando o vazio por entre estas rochas
que estão vivas mas sombrias
olhando os céus cantando orações e as suas preces
para que o sol as cubra e ilumine com seu brilho!
Desabei mas não caí senti que me transformei!
Juntei todas essas pedras e estou formando com elas
a morada da esperança!
Farei a meu redor um jardim
mas para isso terei que levantar
este inverno que me jaz e teima morar em mim!
Irei pedir ao vento para afastar
estas nuvens cinzentas
e em meu ser deixar entrar esse
lindo e brilhante sol de raios quentes!
Por entre o descanso e o cansaço
devolvo ás raízes que me crescem
fazendo brotar esse verde
pela essência do meu ser!
E com elas subir ao mais alto das colinas
e nelas poder receber esse brilho majestoso
que as montanhas escondem e que por vezes
fazem a sombra que em mim querem permanecer!
Maria Morais de Sa
Esperando o sol!
Olhei e pensei ser uma miragem
e senti como se me retirassem
as meras ilusões e sonhos que um dia concebi!
Desejo agora esse abrir de portas e
janelas absurdas que me trancam
com esses ferrolhos e ferros que nunca vi!
Essas paredes tortas e estas ruínas negras
desabando em pedras soltas
rebentando o fosso desse chão de mim!
Com elas ergui castelos vertiginosos
e com eles cresci pintando
olhares em horizontes
formando defesas grandes e fortes
pensando que neles não veria o fim!
Agora senti que o verde me tenta subir
por estes fracos e débeis alicerces!
Ocupando o vazio por entre estas rochas
que estão vivas mas sombrias
olhando os céus cantando orações e as suas preces
para que o sol as cubra e ilumine com seu brilho!
Desabei mas não caí senti que me transformei!
Juntei todas essas pedras e estou formando com elas
a morada da esperança!
Farei a meu redor um jardim
mas para isso terei que levantar
este inverno que me jaz e teima morar em mim!
Irei pedir ao vento para afastar
estas nuvens cinzentas
e em meu ser deixar entrar esse
lindo e brilhante sol de raios quentes!
Por entre o descanso e o cansaço
devolvo ás raízes que me crescem
fazendo brotar esse verde
pela essência do meu ser!
E com elas subir ao mais alto das colinas
e nelas poder receber esse brilho majestoso
que as montanhas escondem e que por vezes
fazem a sombra que em mim querem permanecer!
Maria Morais de Sa
Olhei e pensei ser uma miragem
e senti como se me retirassem
as meras ilusões e sonhos que um dia concebi!
Desejo agora esse abrir de portas e
janelas absurdas que me trancam
com esses ferrolhos e ferros que nunca vi!
Essas paredes tortas e estas ruínas negras
desabando em pedras soltas
rebentando o fosso desse chão de mim!
Com elas ergui castelos vertiginosos
e com eles cresci pintando
olhares em horizontes
formando defesas grandes e fortes
pensando que neles não veria o fim!
Agora senti que o verde me tenta subir
por estes fracos e débeis alicerces!
Ocupando o vazio por entre estas rochas
que estão vivas mas sombrias
olhando os céus cantando orações e as suas preces
para que o sol as cubra e ilumine com seu brilho!
Desabei mas não caí senti que me transformei!
Juntei todas essas pedras e estou formando com elas
a morada da esperança!
Farei a meu redor um jardim
mas para isso terei que levantar
este inverno que me jaz e teima morar em mim!
Irei pedir ao vento para afastar
estas nuvens cinzentas
e em meu ser deixar entrar esse
lindo e brilhante sol de raios quentes!
Por entre o descanso e o cansaço
devolvo ás raízes que me crescem
fazendo brotar esse verde
pela essência do meu ser!
E com elas subir ao mais alto das colinas
e nelas poder receber esse brilho majestoso
que as montanhas escondem e que por vezes
fazem a sombra que em mim querem permanecer!
Maria Morais de Sa

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