EU SOU AQUELE
Eu sou aquele que um dia te deixou
trazendo nas mãos as tuas frias madrugadas.
Sou aquele que mais tarde suspirou
Por ter deixado as tuas manhãs orvalhadas.
Mas já não sou aquele que conheceste
quando criança andava pelos montados.
Mas o sou ainda mesmo a quem deste
“alma de poeta” em campos inexplorados.
Eu sou ainda aquele que te ama, saudoso
e que diariamente, pr’a viver,
tem que passar para lá do Tejo.
Sou aquele que as tuas musas inspiraram, vaidoso,
porque os meus versos “te irão engrandecer”
junto de quem me quiser escutar, meu Alentejo.
Falcoeiras, 10 de Junho de 1983
Manuel Manços
EU SOU AQUELE
Eu sou aquele que um dia te deixou
trazendo nas mãos as tuas frias madrugadas.
Sou aquele que mais tarde suspirou
Por ter deixado as tuas manhãs orvalhadas.
Mas já não sou aquele que conheceste
quando criança andava pelos montados.
Mas o sou ainda mesmo a quem deste
“alma de poeta” em campos inexplorados.
Eu sou ainda aquele que te ama, saudoso
e que diariamente, pr’a viver,
tem que passar para lá do Tejo.
Sou aquele que as tuas musas inspiraram, vaidoso,
porque os meus versos “te irão engrandecer”
junto de quem me quiser escutar, meu Alentejo.
Falcoeiras, 10 de Junho de 1983
Manuel Manços
Eu sou aquele que um dia te deixou
trazendo nas mãos as tuas frias madrugadas.
Sou aquele que mais tarde suspirou
Por ter deixado as tuas manhãs orvalhadas.
Mas já não sou aquele que conheceste
quando criança andava pelos montados.
Mas o sou ainda mesmo a quem deste
“alma de poeta” em campos inexplorados.
Eu sou ainda aquele que te ama, saudoso
e que diariamente, pr’a viver,
tem que passar para lá do Tejo.
Sou aquele que as tuas musas inspiraram, vaidoso,
porque os meus versos “te irão engrandecer”
junto de quem me quiser escutar, meu Alentejo.
Falcoeiras, 10 de Junho de 1983
Manuel Manços

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