terça-feira, 8 de janeiro de 2013

FARSA
Por Margarida Cimbolini
Escrevo por minha luz
O que por minha cruz
Acredito
O fim da farsa
A voz de falsete
Vai calar-se
Eo cometa azul
Vai azular-se
Dane-se o esterotipo
Do homem aflito
Desmascara-se a angústia
A ansia ansiada de ansiedade
Ouço os seus passos a partir
Não fingirá mais o poeta
Finda a luta de porta aberta
Partir…partirá…
O que não tiver partido já
A inteireza do poeta
A leveza da sua asa
Seram as penas que deixa
Que o vão fazer voar
E a poesia canta
Como para o poeta
A poesia sabe cantar
FARSA
Por Margarida Cimbolini
Escrevo por minha luz
O que por minha cruz
Acredito
O fim da farsa
A voz de falsete
Vai calar-se
Eo cometa azul
Vai azular-se
Dane-se o esterotipo
Do homem aflito
Desmascara-se a angústia
A ansia ansiada de ansiedade
Ouço os seus passos a partir
Não fingirá mais o poeta
Finda a luta de porta aberta
Partir…partirá…
O que não tiver partido já
A inteireza do poeta
A leveza da sua asa
Seram as penas que deixa
Que o vão fazer voar
E a poesia canta
Como para o poeta
A poesia sabe cantar

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