FRAGIL CORAÇÃO
Tu batias e insistias em bater
Neste peito cansado e amargurado
Entre pausas e cansaços…
Volta a ser como eras, nessa altura de ventura!
Sempre livre como pássaro
Rasgando o espaço…
Foste herói de tantas lutas e canseiras
Com ousadia batias, volta a bater como outrora!
És coração frágil que foste quebrado antes
Pensando não poder aguentar outra dor
Mas esta vozinha dentro de mim
Me diz para prosseguir e superar com amor!
Quero esquecer o passado
Mesmo com o coração quebrado
Vou sonhar com o amanhã
Terei outra oportunidade, outra inspiração!
Os dias vejo fugir, as horas voar
Sem nelas encontrar vestígios de ternura
Mas minha esperança perdura
Terei o prémio do martírio que me devora!
Vou desfazer as trevas
Deste funeste engano
E vencerei a inimizade
Desse génio tirano!
Com um riso no canto da boca
Fino, quebrável como cristal
Como floco de neve tão leve
Meu coração não sabe, só agora descobriu!
De tão frágil meu coração despedaçou
De repente todas as rimas e versos
Se perderam… o tempo parou
Já não existe viola enluarada
Nem cantigas de amor… não restou nada!
Nazaré G.(Naná) 03/01/2013
FRAGIL CORAÇÃO
Tu batias e insistias em bater
Neste peito cansado e amargurado
Entre pausas e cansaços…
Volta a ser como eras, nessa altura de ventura!
Sempre livre como pássaro
Rasgando o espaço…
Foste herói de tantas lutas e canseiras
Com ousadia batias, volta a bater como outrora!
És coração frágil que foste quebrado antes
Pensando não poder aguentar outra dor
Mas esta vozinha dentro de mim
Me diz para prosseguir e superar com amor!
Quero esquecer o passado
Mesmo com o coração quebrado
Vou sonhar com o amanhã
Terei outra oportunidade, outra inspiração!
Os dias vejo fugir, as horas voar
Sem nelas encontrar vestígios de ternura
Mas minha esperança perdura
Terei o prémio do martírio que me devora!
Vou desfazer as trevas
Deste funeste engano
E vencerei a inimizade
Desse génio tirano!
Com um riso no canto da boca
Fino, quebrável como cristal
Como floco de neve tão leve
Meu coração não sabe, só agora descobriu!
De tão frágil meu coração despedaçou
De repente todas as rimas e versos
Se perderam… o tempo parou
Já não existe viola enluarada
Nem cantigas de amor… não restou nada!
Nazaré G.(Naná) 03/01/2013
Tu batias e insistias em bater
Neste peito cansado e amargurado
Entre pausas e cansaços…
Volta a ser como eras, nessa altura de ventura!
Sempre livre como pássaro
Rasgando o espaço…
Foste herói de tantas lutas e canseiras
Com ousadia batias, volta a bater como outrora!
És coração frágil que foste quebrado antes
Pensando não poder aguentar outra dor
Mas esta vozinha dentro de mim
Me diz para prosseguir e superar com amor!
Quero esquecer o passado
Mesmo com o coração quebrado
Vou sonhar com o amanhã
Terei outra oportunidade, outra inspiração!
Os dias vejo fugir, as horas voar
Sem nelas encontrar vestígios de ternura
Mas minha esperança perdura
Terei o prémio do martírio que me devora!
Vou desfazer as trevas
Deste funeste engano
E vencerei a inimizade
Desse génio tirano!
Com um riso no canto da boca
Fino, quebrável como cristal
Como floco de neve tão leve
Meu coração não sabe, só agora descobriu!
De tão frágil meu coração despedaçou
De repente todas as rimas e versos
Se perderam… o tempo parou
Já não existe viola enluarada
Nem cantigas de amor… não restou nada!
Nazaré G.(Naná) 03/01/2013

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