"Já
me acostumei com esse coração amarrotado de velhos amores e outros
novos que ocuparam velhas cadeiras; e, estão a olhar vorazmente para mim
e rirem como monstros escarnecedores e ensandecidos... e, que ao passo
que as cortinas se atiçam sobre eles rasgam o rosto em pranto e
saudades, mas nada dizem... já estou mat
izada
em amalgamas negras que vivem a fazer castelos desmontados pela
ventania da música que passa... to indo ao encontro da promessa que as
fantasias pintaram nos rostos incólumes dos sonhos...já chequei ao fim
do córrego e não achei o rio... encontrei sombras vazias a falar em
idiomas de silêncios e saudades novas...já me acostumei à páginas
repetidas e perfumes novos...”
(Paghany)
Sem comentários:
Enviar um comentário