terça-feira, 8 de janeiro de 2013


‎"Já me acostumei com esse coração amarrotado de velhos amores e outros novos que ocuparam velhas cadeiras; e, estão a olhar vorazmente para mim e rirem como monstros escarnecedores e ensandecidos... e, que ao passo que as cortinas se atiçam sobre eles rasgam o rosto em pranto e saudades, mas nada dizem... já estou matizada em amalgamas negras que vivem a fazer castelos desmontados pela ventania da música que passa... to indo ao encontro da promessa que as fantasias pintaram nos rostos incólumes dos sonhos...já chequei ao fim do córrego e não achei o rio... encontrei sombras vazias a falar em idiomas de silêncios e saudades novas...já me acostumei à páginas repetidas e perfumes novos...”
(Paghany)

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