Mar areia!
O mar perguntou a areia
se por ela podia passar!
E ela de seu jeito responde
que sem ele o sopro do vento
faria o seu chão levantar!
És seu dono a todo o momento
e por ela tens de passar!
Marcas teus passos teu alento
empurras e levas o que trazes
e sentes que a todo o tempo
seus grãos tens de lavar!
Ela te agradece dizendo
que a renovas quando a tocas
porém quando disso te esqueces
ela fica velha e solta!
Assim que vive assustada
quando pelo vento é levada
por não a deixares molhada
nas marés do desencontro!
Só quando a chuva acontece
ela de ti já se esquece
e do vento já não tem medo
porque o sol não aparece!
Só a noite e as marés
que logram seu bem estar
deixam delícias nos pés
por quem lá gosta de andar!
Mar areia vento sol
horizontes por desbravar
cada um na sua sorte
que esta Terra tem a dar!
Lindos cantares da natureza
faz crescer o sentimento
em cada poeta o soneto
em cada poema a beleza!
Maria Morais de Sa
Mar areia!
O mar perguntou a areia
se por ela podia passar!
E ela de seu jeito responde
que sem ele o sopro do vento
faria o seu chão levantar!
És seu dono a todo o momento
e por ela tens de passar!
Marcas teus passos teu alento
empurras e levas o que trazes
e sentes que a todo o tempo
seus grãos tens de lavar!
Ela te agradece dizendo
que a renovas quando a tocas
porém quando disso te esqueces
ela fica velha e solta!
Assim que vive assustada
quando pelo vento é levada
por não a deixares molhada
nas marés do desencontro!
Só quando a chuva acontece
ela de ti já se esquece
e do vento já não tem medo
porque o sol não aparece!
Só a noite e as marés
que logram seu bem estar
deixam delícias nos pés
por quem lá gosta de andar!
Mar areia vento sol
horizontes por desbravar
cada um na sua sorte
que esta Terra tem a dar!
Lindos cantares da natureza
faz crescer o sentimento
em cada poeta o soneto
em cada poema a beleza!
Maria Morais de Sa
O mar perguntou a areia
se por ela podia passar!
E ela de seu jeito responde
que sem ele o sopro do vento
faria o seu chão levantar!
És seu dono a todo o momento
e por ela tens de passar!
Marcas teus passos teu alento
empurras e levas o que trazes
e sentes que a todo o tempo
seus grãos tens de lavar!
Ela te agradece dizendo
que a renovas quando a tocas
porém quando disso te esqueces
ela fica velha e solta!
Assim que vive assustada
quando pelo vento é levada
por não a deixares molhada
nas marés do desencontro!
Só quando a chuva acontece
ela de ti já se esquece
e do vento já não tem medo
porque o sol não aparece!
Só a noite e as marés
que logram seu bem estar
deixam delícias nos pés
por quem lá gosta de andar!
Mar areia vento sol
horizontes por desbravar
cada um na sua sorte
que esta Terra tem a dar!
Lindos cantares da natureza
faz crescer o sentimento
em cada poeta o soneto
em cada poema a beleza!
Maria Morais de Sa

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