Luar perene
As estrelas espreitam, lá do céu
Resistem ao sono
Só para ouvir o murmúrio
E o fulgor dos nossos beijos.
A sensação é feiticeira
Desenhamos o Evarest
Tocamos no tecto do mundo
E bebemos da sua nascente, água fresca.
Viajamos de um jeito inquietante
Saciando, vontades
Transpiramos, desejos
Por todos os poros.
Trazemos a aurora no corpo
E ao peito.
No sabor dos teus lábios, nus
E na seda dos meus, encontramos, paz.
As labaredas que transportamos
Na epiderme, incendeiam a noite
Orvalhada.
Serás sempre luz
Luar perene
No meu horizonte.
Telma Estêvão
Luar perene
As estrelas espreitam, lá do céu
Resistem ao sono
Só para ouvir o murmúrio
E o fulgor dos nossos beijos.
A sensação é feiticeira
Desenhamos o Evarest
Tocamos no tecto do mundo
E bebemos da sua nascente, água fresca.
Viajamos de um jeito inquietante
Saciando, vontades
Transpiramos, desejos
Por todos os poros.
Trazemos a aurora no corpo
E ao peito.
No sabor dos teus lábios, nus
E na seda dos meus, encontramos, paz.
As labaredas que transportamos
Na epiderme, incendeiam a noite
Orvalhada.
Serás sempre luz
Luar perene
No meu horizonte.
Telma Estêvão
As estrelas espreitam, lá do céu
Resistem ao sono
Só para ouvir o murmúrio
E o fulgor dos nossos beijos.
A sensação é feiticeira
Desenhamos o Evarest
Tocamos no tecto do mundo
E bebemos da sua nascente, água fresca.
Viajamos de um jeito inquietante
Saciando, vontades
Transpiramos, desejos
Por todos os poros.
Trazemos a aurora no corpo
E ao peito.
No sabor dos teus lábios, nus
E na seda dos meus, encontramos, paz.
As labaredas que transportamos
Na epiderme, incendeiam a noite
Orvalhada.
Serás sempre luz
Luar perene
No meu horizonte.
Telma Estêvão

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