Meus olhos!
Fecho os olhos
eles me culpam
deles não saem sorrisos
a boca abre pela razão!
Assassina do tempo!
Só dela sai lamento
e tempestades sem vento!
Meus olhos deles desejos
que condenam!
que pecam e veneram
o feio o belo o inconstante!
Na solidão me acompanham
no escuro vejo a ilusão!
Culpada e determinada
a boca fecha portas
sem cobardia e ofende!
Meu olhar que não mente
se esconde e diz que a verdade
de um coração ofendido e perdido
pelo orgulho de quem não vê e se
cansa de ser verdadeiramente amado!
A boca que pede sem imposição a um rogo
a um pedido mas é mal entendido
que por vezes é visto como uma afronta
que denegria a dignidade!
Mas ao ver no meus olhos um pedido
eu tenho a certeza que a boca não seria lamento!
Quando já é demais de suportar
o que os meus olhos vêm
a minha boca conta
o que meu coração já não aguenta!
Maria Morais de Sa
Meus olhos!
Fecho os olhos
eles me culpam
deles não saem sorrisos
a boca abre pela razão!
Assassina do tempo!
Só dela sai lamento
e tempestades sem vento!
Meus olhos deles desejos
que condenam!
que pecam e veneram
o feio o belo o inconstante!
Na solidão me acompanham
no escuro vejo a ilusão!
Culpada e determinada
a boca fecha portas
sem cobardia e ofende!
Meu olhar que não mente
se esconde e diz que a verdade
de um coração ofendido e perdido
pelo orgulho de quem não vê e se
cansa de ser verdadeiramente amado!
A boca que pede sem imposição a um rogo
a um pedido mas é mal entendido
que por vezes é visto como uma afronta
que denegria a dignidade!
Mas ao ver no meus olhos um pedido
eu tenho a certeza que a boca não seria lamento!
Quando já é demais de suportar
o que os meus olhos vêm
a minha boca conta
o que meu coração já não aguenta!
Maria Morais de Sa
Fecho os olhos
eles me culpam
deles não saem sorrisos
a boca abre pela razão!
Assassina do tempo!
Só dela sai lamento
e tempestades sem vento!
Meus olhos deles desejos
que condenam!
que pecam e veneram
o feio o belo o inconstante!
Na solidão me acompanham
no escuro vejo a ilusão!
Culpada e determinada
a boca fecha portas
sem cobardia e ofende!
Meu olhar que não mente
se esconde e diz que a verdade
de um coração ofendido e perdido
pelo orgulho de quem não vê e se
cansa de ser verdadeiramente amado!
A boca que pede sem imposição a um rogo
a um pedido mas é mal entendido
que por vezes é visto como uma afronta
que denegria a dignidade!
Mas ao ver no meus olhos um pedido
eu tenho a certeza que a boca não seria lamento!
Quando já é demais de suportar
o que os meus olhos vêm
a minha boca conta
o que meu coração já não aguenta!
Maria Morais de Sa
![Meus olhos!
Fecho os olhos
eles me culpam
deles não saem sorrisos
a boca abre pela razão!
Assassina do tempo!
Só dela sai lamento
e tempestades sem vento!
Meus olhos deles desejos
que condenam!
que pecam e veneram
o feio o belo o inconstante!
Na solidão me acompanham
no escuro vejo a ilusão!
Culpada e determinada
a boca fecha portas
sem cobardia e ofende!
Meu olhar que não mente
se esconde e diz que a verdade
de um coração ofendido e perdido
pelo orgulho de quem não vê e se
cansa de ser verdadeiramente amado!
A boca que pede sem imposição a um rogo
a um pedido mas é mal entendido
que por vezes é visto como uma afronta
que denegria a dignidade!
Mas ao ver no meus olhos um pedido
eu tenho a certeza que a boca não seria lamento!
Quando já é demais de suportar
o que os meus olhos vêm
a minha boca conta
o que meu coração já não aguenta!
@[100000065630482:2048:Maria Morais de Sa]](https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/s480x480/321426_559357457409770_2031424850_n.jpg)
Sem comentários:
Enviar um comentário