terça-feira, 8 de janeiro de 2013

EU SOU AQUELE

Eu sou aquele que um dia te deixou
trazendo nas mãos as tuas frias madrugadas.
Sou aquele que mais tarde suspirou
Por ter deixado as tuas manhãs orvalhadas.

Mas já não sou aquele que conheceste
quando criança andava pelos montados.
Mas o sou ainda mesmo a quem deste
“alma de poeta” em campos inexplorados.

Eu sou ainda aquele que te ama, saudoso
e que diariamente, pr’a viver,
tem que passar para lá do Tejo.

Sou aquele que as tuas musas inspiraram, vaidoso,
porque os meus versos “te irão engrandecer”
junto de quem me quiser escutar, meu Alentejo.

Falcoeiras, 10 de Junho de 1983

Manuel Manços
EU SOU AQUELE

Eu sou aquele que um dia te deixou
                              trazendo nas mãos as tuas frias madrugadas.
                               Sou aquele que mais tarde suspirou
                               Por ter deixado as tuas manhãs orvalhadas.

 Mas já não sou aquele que conheceste
                                quando criança andava pelos montados.
                                Mas o sou ainda mesmo a quem deste
                                “alma de poeta” em campos inexplorados.

 Eu sou ainda aquele que te ama, saudoso
                               e que diariamente, pr’a viver,
                               tem que passar para lá do Tejo.

 Sou aquele que as tuas musas inspiraram, vaidoso,
                               porque os meus versos “te irão engrandecer”
                               junto de quem me quiser escutar, meu Alentejo. 
         
                                                                             Falcoeiras, 10 de Junho de 1983

                                     Manuel Manços
SAÍ

Por aí,
Vesti-me com versos…
De cristal.
Sinto-me bem,
Com a minha nova cor…
Foi a cor que escolhi,
Não afronta ninguém…
E sinto-me bem.
Eu…
Embriago-me,
De versos das cores…
Da minha vida.
E das cores que escolhi,
Para ornar o que sinto…
Em mim.
Hoje sou,
Cristal…
E de todas as cores.

De minha autoria
Mila Lopes
Que o teu dia
tenha amor,paz e alegria
e por onde tu passares deixa
um iluminado sorriso de felicidade...

E mesmo quando o sol
parece não sorrir,
Há nuvens que teimam em
pairar,
a felicidade
acaba sempre por
surgir.

Tina gante Espírito Santo ♥
Foto
Se o dia é curto
e a noite é longa
então curta o dia
pois terás a noite
por um longo tempo.

Mestre Azevedo
ANINHADA

Aninho-me em teu corpo após tempestas
E deste doce alento assim me inundo
Do amor que se mostrando mais profundo
Promete com certeza danças, festas,

E quando no meu lado sonhos gestas
Um dia mais audaz; belo e fecundo
Transporta em nossas mãos, bem mais que um mundo
E a luz adentra então por várias frestas

E nossa cama em chama iluminada,
Permite que depois da cavalgada
Já satisfeitos em suores tantos

Imensa maravilha decifrada,
Seguindo pareados nesta estrada
Que leva aos mais profanos dos encantos.



RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS
FARSA
Por Margarida Cimbolini
Escrevo por minha luz
O que por minha cruz
Acredito
O fim da farsa
A voz de falsete
Vai calar-se
Eo cometa azul
Vai azular-se
Dane-se o esterotipo
Do homem aflito
Desmascara-se a angústia
A ansia ansiada de ansiedade
Ouço os seus passos a partir
Não fingirá mais o poeta
Finda a luta de porta aberta
Partir…partirá…
O que não tiver partido já
A inteireza do poeta
A leveza da sua asa
Seram as penas que deixa
Que o vão fazer voar
E a poesia canta
Como para o poeta
A poesia sabe cantar
FARSA
Por Margarida Cimbolini
Escrevo por minha luz
O que por minha cruz
Acredito
O fim da farsa
A voz de falsete
Vai calar-se
Eo cometa azul
Vai azular-se
Dane-se o esterotipo
Do homem aflito
Desmascara-se a angústia
A ansia ansiada de ansiedade
Ouço os seus passos a partir
Não fingirá mais o poeta
Finda a luta de porta aberta
Partir…partirá…
O que não tiver partido já
A inteireza do poeta
A leveza da sua asa
Seram as penas que deixa
Que o vão fazer voar
E a poesia canta
Como para o poeta
A poesia sabe cantar
Vai-se Sol
Cai-se à tarde
Chega o anoitecer
Ascendem as luzes da rua
No céu brilha a lua...
No mar o mistério
Uma historia revida
De lagrima de riso
Nesse mundo absolvido...
Ondas sonolentas
De agradável aroma
Dançam e rolam
Lambem a areia
Deixa-me calma
Lava minha alma...
Nessa linda e silenciosa praia
Fico perdida
Deixo-me levar
Fico esquecida...
Pedir a Iemanjá
Que leve profundo do mar
Quem hoje me fez chorar
Sem mesmo saber amar...

De Irá Rodrigues
http://poemasdemulher.blogspot.com/
Vai-se Sol
 Cai-se à tarde
Chega o anoitecer
Ascendem as luzes da rua
No céu brilha a lua...
No mar o mistério
Uma historia revida
De lagrima de riso
Nesse mundo absolvido...
Ondas sonolentas
De agradável aroma
Dançam e rolam
Lambem a areia
Deixa-me calma
Lava minha alma...
Nessa linda e silenciosa praia
Fico perdida
Deixo-me levar
Fico esquecida...
Pedir a Iemanjá
Que leve profundo do mar
Quem hoje me fez chorar
Sem mesmo saber amar...

De Irá Rodrigues
http://poemasdemulher.blogspot.com/
NO CAIS DA ALMA

No cais da alma desembarcam os desejos,
vãs quimeras que se esfumam em bocados.
Primaveras que florescem mil ensejos,
como as rosas se enamoram pelos prados.

Ancoradouro de sonhos, de eternos beijos,
Pátrias errantes, de humildes mal amados,
Biblias de homens, que remoçam seus gracejos,
sangue de heróis, que se escoa nos seus brados.

A Terra chora a fila da ingratidão,
sua dor eterna, o guerrote que lhe dão,
sufocos que se esvaem em grãos de pó.

Nas serranias o sol vinga e “anda a monte”,
procura paz nos sussurros duma fonte
e eu procuro os teus lábios, estando só.

Manuel Manços
NO CAIS DA ALMA

No cais da alma desembarcam os desejos,
vãs quimeras que se esfumam em bocados.
Primaveras que florescem mil ensejos,
como as rosas se enamoram pelos prados.

Ancoradouro de sonhos, de eternos beijos,
Pátrias errantes, de humildes mal amados,
Biblias de homens, que remoçam seus gracejos,
sangue de heróis, que se escoa nos seus brados.

A Terra chora a fila da ingratidão,
sua dor eterna, o guerrote que lhe dão,
sufocos que se esvaem em grãos de pó.

Nas serranias o sol vinga e “anda a monte”,
procura paz nos sussurros duma fonte
e eu procuro os teus lábios, estando só.

Manuel Manços
Formas triangulares!

Esses triângulos
curvos rectos
desenformados
incompletos incorrectos
circunflexos
complexos!
Que nos deixam turvos
irritados confusos
traídos difusos!
Nos fazem passar por burros
ineptos abruptos!
Que nos faz desejar
saltar desse triângulo circular
e voltar
ao inicio de um desenho
que era recto e correto!

Maria Morais de Sa
Formas triangulares!

Esses triângulos
curvos rectos
desenformados
incompletos incorrectos
circunflexos
complexos!
Que nos deixam turvos
irritados confusos
traídos difusos!
Nos fazem passar por burros
ineptos abruptos!
Que nos faz desejar
saltar desse triângulo circular
e voltar
ao inicio de um desenho
que era recto e correto!

Maria Morais de Sa
FRAGIL CORAÇÃO
Tu batias e insistias em bater
Neste peito cansado e amargurado
Entre pausas e cansaços…
Volta a ser como eras, nessa altura de ventura!

Sempre livre como pássaro
Rasgando o espaço…
Foste herói de tantas lutas e canseiras
Com ousadia batias, volta a bater como outrora!

És coração frágil que foste quebrado antes
Pensando não poder aguentar outra dor
Mas esta vozinha dentro de mim
Me diz para prosseguir e superar com amor!

Quero esquecer o passado
Mesmo com o coração quebrado
Vou sonhar com o amanhã
Terei outra oportunidade, outra inspiração!

Os dias vejo fugir, as horas voar
Sem nelas encontrar vestígios de ternura
Mas minha esperança perdura
Terei o prémio do martírio que me devora!

Vou desfazer as trevas
Deste funeste engano
E vencerei a inimizade
Desse génio tirano!

Com um riso no canto da boca
Fino, quebrável como cristal
Como floco de neve tão leve
Meu coração não sabe, só agora descobriu!

De tão frágil meu coração despedaçou
De repente todas as rimas e versos
Se perderam… o tempo parou
Já não existe viola enluarada
Nem cantigas de amor… não restou nada!

Nazaré G.(Naná) 03/01/2013
FRAGIL CORAÇÃO
Tu batias e insistias em bater
Neste peito cansado e amargurado
Entre pausas e cansaços…
Volta a ser como eras, nessa altura de ventura!

Sempre livre como pássaro
Rasgando o espaço…
Foste herói de tantas lutas e canseiras
Com ousadia batias, volta a bater como outrora!

És coração frágil que foste quebrado antes
Pensando não poder aguentar outra dor
Mas esta vozinha dentro de mim
Me diz para prosseguir e superar com amor!

Quero esquecer o passado
Mesmo com o coração quebrado
Vou sonhar com o amanhã
Terei outra oportunidade, outra inspiração!

Os dias vejo fugir, as horas voar
Sem nelas encontrar vestígios de ternura
Mas minha esperança perdura
Terei o prémio do martírio que me devora!

Vou desfazer as trevas
Deste funeste engano
E vencerei a inimizade
Desse génio tirano!

Com um riso no canto da boca
Fino, quebrável como cristal
Como floco de neve tão leve
Meu coração não sabe, só agora descobriu!

De tão frágil meu coração despedaçou
De repente todas as rimas e versos
Se perderam… o tempo parou
Já não existe viola enluarada
Nem cantigas de amor… não restou nada!

Nazaré G.(Naná) 03/01/2013
Fala comigo

Como se faz poesia?
Fala comigo
Diz-me quais as palavras a escrever
Queria saber
Construir essa magia
Fala comigo
Será que é o sol no seu raiar
Diz-me quais as palavras de amor
Fala comigo
Vem-me ensinar
Será que a poesia vem de uma flor?
Fala comigo
Queria voar como tu voas
Nas palavras que me ofereces
Diz-me como se faz
Que luz é essa que cativa as pessoas
Que candura é essa que nunca esqueces
E me satisfaz
Fala comigo
Liberta-me as lágrimas contidas
Por não te saber escrever
Queria tanto, que te fossem oferecidas
Escritas em poesia, se o soubesse fazer
Fala comigo
E te prometo que quando souber
Serei o desejo de um olhar
Serei a serenata à mais bela mulher
Serás a poesia do meu recitar
Fala comigo
Vem-me ensinar


José Alberto Sá
Fala comigo

Como se faz poesia?
Fala comigo
Diz-me quais as palavras a escrever
Queria saber
Construir essa magia
Fala comigo
Será que é o sol no seu raiar
Diz-me quais as palavras de amor
Fala comigo
Vem-me ensinar
Será que a poesia vem de uma flor?
Fala comigo
Queria voar como tu voas
Nas palavras que me ofereces
Diz-me como se faz
Que luz é essa que cativa as pessoas
Que candura é essa que nunca esqueces
E me satisfaz
Fala comigo
Liberta-me as lágrimas contidas
Por não te saber escrever
Queria tanto, que te fossem oferecidas
Escritas em poesia, se o soubesse fazer
Fala comigo
E te prometo que quando souber
Serei o desejo de um olhar
Serei a serenata à mais bela mulher
Serás a poesia do meu recitar
Fala comigo
Vem-me ensinar


José Alberto Sá
Aflui (me), sem pressa


Vem sem pressa
Acender quentes desejos
Vem devagarinho
Vestido de sol abrasador
E sem o palpitar dos ponteiros.
Vem tranquilo, ungir-me
E embriagar-me de amor
Vem sem cansaços
Subir degrau a degrau, o meu corpo
Alcançar e abraçar a doçura da minha alma.
Vem ávido, prender-me nos teus braços
Deslizar sobre a minha boca
E sentir a febre dos meus beijos.
Vem agitar, a noite, com uma luz intensa
Apertar a madrugada mansa
E ler os anseios do meu corpo.
Vem velejar em quimeras coloridas
Calar-me as angústias
E envolver-me o coração com rosas.
Vem enamorar-me a alma
E aninhar o florescer do luar.
Vem e demora-te
Sente o perfume, da nossa eterna Primavera.


Telma Estêvão
Aflui (me), sem pressa


Vem sem pressa
Acender quentes desejos
Vem devagarinho
Vestido de sol abrasador
E sem o palpitar dos ponteiros. 
Vem tranquilo, ungir-me
E embriagar-me de amor 
Vem sem cansaços
Subir degrau a degrau, o meu corpo
Alcançar e abraçar a doçura da minha alma.
Vem ávido, prender-me nos teus braços
Deslizar sobre a minha boca
E sentir a febre dos meus beijos.
Vem agitar, a noite, com uma luz intensa
Apertar a madrugada mansa
E ler os anseios do meu corpo.
Vem velejar em quimeras coloridas
Calar-me as angústias
E envolver-me o coração com rosas.
Vem enamorar-me a alma
E aninhar o florescer do luar.
Vem e demora-te
Sente o perfume, da nossa eterna Primavera.


 Telma Estêvão
Noite de amor ao luar

Está linda a lua esta noite
Mais brilhante e iluminada
Porque tu hoje estás aqui
Bem junto a mim meu amor
E convida-nos a amar-nos
A desejarmo-nos num só
estreitar de enlaço-abraço

A tua boca que sussurra
palavras de amor e querer
Que ouço com desejo e prazer
num beijo quente que te dou
que retribuis com igual ardor
repleto de dança e sabor

Depois são as nossas mãos
que se procuram ávidas a
explorar encantos-recantos
São peles que se acolhem
cheiros doces que se dão
Amor acontece e explode
quando amantes se amam
E dão o céu por testemunha
e a areia da praia seu colchão.

© Catarina Pinto Bastos
2012.10.11
Noite de amor ao luar

Está linda a lua esta noite 
Mais brilhante e iluminada 
Porque tu hoje estás aqui
Bem junto a mim meu amor
E convida-nos a amar-nos 
A desejarmo-nos num só
estreitar de enlaço-abraço

A tua boca que sussurra
palavras de amor e querer
Que ouço com desejo e prazer
num beijo quente que te dou
que retribuis com igual ardor
repleto de dança e sabor

Depois são as nossas mãos 
que se procuram ávidas a
explorar encantos-recantos
São peles que se acolhem
cheiros doces que se dão
Amor acontece e explode
quando amantes se amam
E dão o céu por testemunha
e a areia da praia seu colchão.

© Catarina Pinto Bastos
2012.10.11

Vem amor

Coração bate forte, fortemente
como quem chama por ti...
Será mesmo amor, amor?
será certamente
se não o coração não batia assim!! ♥

Tina Gante Espírito Santo ♥
Foto
Quando...

A lua no céu sorri
As estrelas brincarem felizes
Estarei lembrando-te
Dos momentos que te vi...

E lá bem distante
Quando o sol na aurora despertar
Libertarei de mim
O desejo de amar...

Para esquecer de vez
Peguei um livro fui ler
A história era tão real
Tudo lembrava você...

Joguei de lado como tudo se acaba
Feito vento frio
Se vai se esvai
Agita-se deixa um vazio...

Escrito por Irá Rodrigues em 03/01/2013
Código do texto: T4065759
Classificação de conteúdo: moderado
poemasdemulher.blogspot.com
Meu apelido? Mulher


Sou o oásis… no teu deserto
Água …que mata a tua sede!
Sou terra e semente, flor desfolhada
Arvore, teu fruto e alimento!
Sou o olhar…que semeia sentimento
Lar, aconchego e ardência!
Sou morada, onde deitas o teu corpo
Certeza…quando tudo vacila
Sou quimera…que limpa o teu pesadelo!
Sou melodia, que te embala e acaricia
Sou o encontro, dos teus desencontros!
Sou o beijo e o abraço que procuras
Sou quentura, sol, lua e estrela
Diamante, que ilumina o teu caminho, nas trevas.
Sou o meu esquecimento…quando me perco em ti
Sou a saudade…no teu peito dilacerado.
Sou safra de prosas, para poesias eternas
Debruadas com fios de ouro e paixão!
Sou …essência, nascimento e criança
Mulher, amante e mãe!
Sou dor e esquecimento, falecimento, inocência e parto!
Sou… vil, apetecível, cadavérica e roliça…
Sou um pouco… de todas as profissões…
Quem sou? Não sei…!
Mas o meu apelido é mulher!


Telma Estêvão
COMEÇO

É o começo
De uma nova história
O principio já eu conheço
Está gravado na memória

É o começo
De mais um ano
Do que acabou esqueço
Para o novo traço plano

Tudo tem um começo
Um meio e até um fim
No percurso alguns tropeços
Mas a vida é mesmo assim

tulipanegra
"Apaga teus sonhos das frias calçadas na madrugada triste e vazia... vaga na amplitude do infinito um mundo a mais... vai, grita, sonha, vela a manhã que não te pedirá permissão para chegar, nem para cair a chuva ou atrever o sol entrar radiante pela tua janela e fazer incômodo a tua tristeza... gritando ou mudo a vida vai te arranhando com suas vestes de cetim negras e ríspida dos restos de buscas... você será somente você perdido nos teus devaneios errantes, eu ficarei à janela ver o orvalho se perder em tua saudade imortal..."
(Paghany)
Depois da noite
veio o dia
que sorria
para mim
não vou dizer
que te esqueci
não vou negar
que eu te quis
mas isso não
tem nada a ver
com as coisas
que se foram
para nunca mais
voltar
a lembrança
é o que fica
depois que a noite
vai embora
e vem o sol
em seu lugar
trazendo o dia
que sorria para mim.

Mestre Azevedo
ERGUEM-SE AS TAÇAS

O cheiro a maresia
Cada onda que galgava
A chuva que caía
Em plena madrugada

O sino toca as doze badaladas
Ali junto á praia
Vou contando as passas
Pareço uma catraia

E erguem-se as taças
Para brindar
E diz-se umas graças
Ao ano que está a começar

Despeço-me do velho
Sem qualquer tristeza
Como vai ser o novo
Não tenho a certeza

Que traga bons ventos
Paz e harmonia
Para esquecer os momentos
Em que não tive alegria

tulipanegra
EXPULSEI A DOR

Junto das ondas que delicadamente
se estendem nas areias infinitas
ergui a voz trágica
sem tempo e sem rodeios

Levantei-me
um diluvio de luz surgiu
recolheram as sombras
passou o vento que as levou

Expulsei a dor
inquieto pensamento
por não te ver

Na essência das minhas lágrimas
vejo-te bela
nua
luz ingente nos meus olhos
meu amor!

Por CFBB em 3/1/2013
Saudade veio até mim !

Hoje a saudade veio
visitar-me deu o ar
da sua graça, fez-me
sentir triste e só...
Ela deu-me a mão
acompanhou-me o dia
todo e recusa-se a ir
embora,agora só me
resta esperar para
nos encontrar-mos
novamente.
Neste momento posso
dizer que a distância
existe sim, mas isso
pouco importa
o que importa é
que tu existes e que
serás o meu eterno amor...

Tina Gante Espírito Santo ♥
Foto
Esta coisa está mais Preta
Dois pesos e várias medidas!...
A coisa está muito Preta…
Não há vergonha ou pudor, apenas existe a dor,
De cada dia que passa, acontece uma desgraça,
O Governo desgovernado, pedem mais e mais austeridade,
Mas não nos dizem a verdade, cada qual tem mais vaidade,
A começar pelos seus gabinetes, onde só existem mordomias,
E, muitas outras regalias, cartões de crédito, e fantasias,
Viagens caras e carros de Luxo, assessores em demasias,
Motoristas e secretarias, E, muitas outras porcarias…
A gastar até mais não, e quem de lixa é o mexilhão…
Mau exemplo que nos dão, eles que têm por missão, O Governo da Nação…
Nunca dizem a verdade, nem vivem a realidade, Do dia-a-dia da gente, só pensam em privatizar,
E, há muita gente a sacar, para as Offshore levar, Grandes fortunas a formar, e assim a crise a perpetuar…
Dias Loureiro, Sócrates, Soares, Cavaco, Costa, Vara, Jardim Gonçalves, o outro Jardim, ou o Lima,
Tudo isto gente de cima, ligações ao BPN, muitos milhões a voar,
Submarinos ou Alcochete, expoentes da corrupção,
Mas há quem diga que não…que não somos corruptos não…
Isto assim é demais, na Assembleia é só conversa da treta,
A Coisa está muito mais Preta…
Aonde vamos nós parar? Com tudo isto a piorar…
Portugal só quer: Trabalho, Amor, e Paz,
Mas, com estes Políticos de Aviário,
Será que algum é capaz?

04/01/2013 JOSÈ CASTRO
SEMPRE VERDADEIRO

Amigo, companheiro
Em todas as horas
Sempre verdadeiro
Mas quando demoras
Tardas a chegar
Sinto falta do teu braço
Para me apoiar
E do teu regaço
Para me aconchegar
Com esse teu jeito
Terno e delicado
Aconchegas-me ao peito
Onde já tenho chorado
Mas és meu amigo
Meu confidente
O meu porto de abrigo
Nem que esteja doente
Dos demais és diferente

tulipanegra
PRAZER
por Margarida Cimbolini
o prazer da água
no corpo
as línguas
cobras delicadas
que se misturam
deliciadas
no amor
dedos nos ombros
de marfim
chegam aos dedos
por fim
começam os corpos assim
do amor
falam os miosótis
na janela
falam os beijos dela
fala o marítimo
em cada porto
onde navegantes
calam desejos
mulheres dão o corpo
e no cais
cada dia os barcos
são mais...
PRAZER
por Margarida Cimbolini
o prazer da água
no corpo
as línguas
cobras delicadas
que se misturam
deliciadas
no amor
dedos nos ombros
de marfim
chegam aos dedos
por fim
começam os corpos assim
do amor
falam os miosótis
na janela
falam os beijos dela
fala o marítimo
em cada porto
onde navegantes
calam desejos
mulheres dão o corpo
e no cais
cada dia os barcos
são mais...
Desiludiste-me
Hoje acordei com raiva em meu peito
Pensando em gente maldosa e sem jeito
Parecia que sentia um cheiro a traição
Tal foi o tamanho de minha desilusão!

Algo que parecia esconder a verdade
Dividindo a consciência e a realidade
Em duas partes que pensava inteiras
Hoje repartidas como gotas de beiras!

Eu me entreguei aos teus abraços perdida
Com arrepios percorrendo-me o corpo
Esqueci-me de mim, te dei minha vida
Hoje me arrependo acho que és louco!

Perdida de amor não sabia perder
Mas ver-te de partida, me fez sofrer
Passei a ser uma estrela sem constelação
Só deixas-te mágoa em meu coração!

Deixas-te que os sonhos tomassem conta de mim
A cada dia a cada amanhecer
Só peço a Deus que me ajude a esquecer
E reencontrar alguém com amor sem fim!

Hoje descobri que não valia a pena
Dizer o quanto te amei tudo o que sentia
Porque esse alguém que um dia me ouvira
Nunca me entendeu não me merecia!

Serei sempre eu serei sempre quem sou
Independentemente do que se passou
Fui um rio que flui que passa a cantar
Como o cantar dos rios sem nunca parrar!

Nazaré G.
(Naná) 04/01/2013
Código… Lei 9.610 de 19/02/98
Nem sei como dizer
como fica a saudade
que parte o coração
toda vez que vais embora
e me diz pra nunca mais
te procurar
a tristeza assim vai me matar
só vou ser feliz de novo
quando ver você voltar
ainda bem que isso
é sempre briga passageira
e logo você vem pra me amar.

Mestre Azevedo
ENCONTRÁMO-NOS

Frente a frente
Um do outro
Olhamo-nos
Em silêncio
Explorámos
Os mistérios
Do nosso corpo
Sentindo
Magia
E paixão
Como um sonho
Comum
Nas nossas mentes
Em gestos
Harmoniosos
Visitámos
Nossa alma
Encontramo-nos
E amamo-nos
Sem reservas
Sem pudor
Beijamo-nos
Com desejos ansiosos
Despreocupados
Vive-mos
O nosso amor
Indiferentes
A tudo o que
Nos rodeia.

De minha autoria
Mila Lopes
ENCONTRÁMO-NOS
 	
Frente a frente
Um do outro 
Olhamo-nos
Em silêncio
Explorámos 
Os mistérios
Do nosso corpo
Sentindo
Magia
E paixão
Como um sonho
Comum 
Nas nossas mentes
Em gestos
Harmoniosos
Visitámos
Nossa alma
Encontramo-nos
E amamo-nos
Sem reservas
Sem pudor
Beijamo-nos
Com desejos ansiosos
Despreocupados
Vive-mos
O nosso amor
Indiferentes
A tudo o que 
Nos rodeia.

De minha autoria
Mila Lopes
"Todos desejam um ano novo com tantas coisas boas, sonhos realizados, sacrifícios reconhecidos, amores correspondidos, reconhecimentos de suas ações.... mas não se preocupam a se despir das roupas velhas, dos pensamentos velhos, dos preconceitos velhos, dos talheres velhotes e das vestes moldadas na alma...querem flores absolutas, mas não semeiam coisas novas.... fazem tudo igualzinho ao passo frequente que sempre tiveram... ano novo não é continuidade; nem abrupta mudança é polimentos das coisas que já estão em andamento há muito tempo...."
(Paghany)
ESTOU SÓ
Voltei a ficar só
No meio desta escuridão
Esperando que o sol volte a brilhar amanhã
Foi mais uma decepção, mais uma vez eu sei!

Amor por mim não existia
A paixão passou na minha vida no passado
Se fosse realmente um balsamo
Ninguém viveria enganado!

De ti só quis amor, um afago
Mas senti que por mim
Não estavas apaixonado
Por isso sofri, fizeste um tremendo estrago!

Ficaram lembranças de ti que ainda não esqueci
Noites de luar manhãs de sol nascente
O teu nome gravei na minha mente
Há! Como tudo poderia ser diferente!

No meu coração ficou uma canção
Que ao som da tua viola eu cantei
Contigo tudo foi diferente
Até aquela canção que juntos cantamos ao vento!

Nazaré G. (Naná)
01/ 01/ 2013
ESTOU SÓ
Voltei a ficar só
No meio desta escuridão
Esperando que o sol volte a brilhar amanhã
Foi mais uma decepção, mais uma vez eu sei!

Amor por mim não existia
A paixão passou na minha vida no passado
Se fosse realmente um balsamo
Ninguém viveria enganado!

De ti só quis amor, um afago
Mas senti que por mim
Não estavas apaixonado
Por isso sofri, fizeste um tremendo estrago!

Ficaram lembranças de ti que ainda não esqueci
Noites de luar manhãs de sol nascente
O teu nome gravei na minha mente
Há! Como tudo poderia ser diferente!

No meu coração ficou uma canção
Que ao som da tua viola eu cantei
Contigo tudo foi diferente
Até aquela canção que juntos cantamos ao vento!

Nazaré G. (Naná)
01/ 01/ 2013

‎"Já me acostumei com esse coração amarrotado de velhos amores e outros novos que ocuparam velhas cadeiras; e, estão a olhar vorazmente para mim e rirem como monstros escarnecedores e ensandecidos... e, que ao passo que as cortinas se atiçam sobre eles rasgam o rosto em pranto e saudades, mas nada dizem... já estou matizada em amalgamas negras que vivem a fazer castelos desmontados pela ventania da música que passa... to indo ao encontro da promessa que as fantasias pintaram nos rostos incólumes dos sonhos...já chequei ao fim do córrego e não achei o rio... encontrei sombras vazias a falar em idiomas de silêncios e saudades novas...já me acostumei à páginas repetidas e perfumes novos...”
(Paghany)
SEREI
por Margarida Cimbolini

serei as que a vida quiser
serei de novo eu
outra vez mulher
serei muitas
muitas as horas
do tempo
em que só o mar eterno
se lembrará de ter sido meu
serei sempre a sua noiva
e a espuma do meu véu
será sempre seu
sagrado será o nosso
mítico pacto
por mil vezes que comece
fora ou dentro da terra
ainda que a vida cesse
como no principio
choveu
nós somos eu
QUERO AMAR E SER AMADA
Enquanto penso em te querer para a vida
Fico pelo desejo consumida, pelo amor!
Deito-me maliciosamente sobre meu leito
Desejando sentir teu corpo abrasador!

Fico em chama enlouquecem-te
Chamo pelo teu nome, amor…
Pedindo-te que me ames
Com animalesco fulgor!

Começo a despir tuas roupas
Desejando tuas carícias com louca excitação
Tuas mãos fortes e macias
Rasgam minhas roupas e me seguras…
Adivinhando o meu querer, tornando-me tua
Até ao amanhecer!

Quero que nosso momento seja perfeito, quente
Que me dês prazer, me faças gemer…
Nos teus braços quero enlouquecer
Ao sentir teu corpo me penetrar, atraente!

Estou a teu dispor
Vem comigo fazer amor, estou carente
Deixa-me saborear o mel da tua boca
Vem entrelaçar o teu corpo ao meu
Quero sentir teus amassos
E passar a noite em teus braços!

Sentir o teu calor, afagar-me,
Que desejos de ti eu tenho…
Cada frase que escrevo, cada verso
Só fala de amor perverso
Tornar-te meu amado… eu quero
Para que sintas o meu calor real
Neste rigoroso inverno!

Nazaré G. (Naná)
2/01/2013
Naná Ferreira Gonçalves

 
QUERO AMAR E SER AMADA
 Enquanto penso em te querer para a vida
 Fico pelo desejo consumida, pelo amor!
 Deito-me maliciosamente sobre meu leito
 Desejando sentir teu corpo abrasador!
 
Fico em chama enlouquecem-te
 Chamo pelo teu nome, amor…
 Pedindo-te que me ames
 Com animalesco fulgor!
 
Começo a despir tuas roupas
 Desejando tuas carícias com louca excitação
 Tuas mãos fortes e macias
 Rasgam minhas roupas e me seguras…
 Adivinhando o meu querer, tornando-me tua
 Até ao amanhecer! 

Quero que nosso momento seja perfeito, quente
 Que me dês prazer, me faças gemer…
 Nos teus braços quero enlouquecer
 Ao sentir teu corpo me penetrar, atraente!
 
Estou a teu dispor
 Vem comigo fazer amor, estou carente
 Deixa-me saborear o mel da tua boca
 Vem entrelaçar o teu corpo ao meu
 Quero sentir teus amassos
 E passar a noite em teus braços!
 
Sentir o teu calor, afagar-me,
 Que desejos de ti eu tenho…
 Cada frase que escrevo, cada verso
 Só fala de amor perverso
 Tornar-te meu amado… eu quero
 Para que sintas o meu calor real
 Neste rigoroso inverno!
 
Nazaré G. (Naná)
 2/01/2013
Esse Inverno de mim!

Até agora escondi essa doce alegria
da Primavera que em mim brotaste!
Mas não terei mais de a esconder
porque agora vi por fim
que ela de mim tu a roubaste!

Hoje vi que ela era enganada
pelo teu sol que muito se esconde
e em mim inverno se fez encerrada
porque brilhas em outro monte!

Até ontem meia certa meia errada
pensava ser o brilho dos teus olhos
mas vi a minha desilusão diante
do que o meu âmago já esperava!

Dei-te e prometi o que sou
e como me dou...
Mas também retiro para que proves o frio
deste inverno de mim!
Não me negues a esperança
mas também não faças dela
a tua rede
para que te possas pendurar
e pensar
que eu sem ti deixo de voar!

Vou apagar essas flores
vou retirar essas cores
e esse calor de mim!
Serei um lago gelado
com brilho
mas destinado
a viver num mar de pedras
que não as levantam o vento!



Maria Morais de Sa
Esse Inverno de mim!

Até agora escondi essa doce alegria
da Primavera que em mim brotaste!
Mas não terei mais de a esconder
porque agora vi por fim
que ela de mim tu a roubaste!

Hoje vi que ela era enganada
pelo teu sol que muito se esconde
e em mim inverno se fez encerrada
porque brilhas em outro monte!

Até ontem meia certa meia errada
pensava ser o brilho dos teus olhos
mas vi a minha desilusão diante
do que o meu âmago já esperava!

Dei-te e prometi o que sou
e como me dou...
Mas também retiro para que proves o frio
deste inverno de mim!
Não me negues a esperança
mas também não faças dela
a tua rede
para que te possas pendurar
e pensar
que eu sem ti deixo de voar!

Vou apagar essas flores
vou retirar essas cores
e esse calor de mim!
Serei um lago gelado
com brilho
mas destinado
a viver num mar de pedras
que não as levantam o vento!



Maria Morais de Sa

PARA MIM SOIS ESPECIAIS
Ao passar num lindo jardim
Vi as flores sorrirem pra mim
Queria que me seguissem me falassem
E comigo dançassem!
Que dançassem comigo cabelos ao vento
Delas inalasse seu doce perfume
Do fundo de suas pétalas me olhassem…
Espalhassem por toda a minha alma
A sua fragrância…
E que eu sentisse aquele toque de amor!

Quero que as flores fujam comigo
Quero também fugir com elas
Levar as borboletas coloridas, belas…
Que estão no meu pensamento!
E toda a magia tatuada
Na minha imaginação
Com cores vivas cheias de emoção!

Quero todas as flores
Do meu jardim, do jardim da frente
As flores da alma…
Dos seres á procura de amor…
Quero fugir com as flores neste inverno
À procura do amor eterno!
Não quero mais sentir a solidão
É ruína que assola meu coração
É um viver sem fim na escuridão!

Quero com as flores fugir
Para que o matiz preto…
Não tome conta do anil!
Nas noites contínuas do meu ser
Sinto falta de calor, de luz
As estrelas se apagam
Mas quero que voltem a brilhar
Para iluminar o meu olhar
E poder fugir com as flores!


A primavera logo chegará
Para ver o céu dançar
As pétalas perfumadas
Irão os jardins colorir, enfeitar…
E jamais se desfolharão
Porque os raios de sol permanecerão a sorrir!
Odorando o verão que logo se inicia
E me fará companhia…

Escrevendo em minha alma toda a alegria
Porque a primavera foi perene musa da poesia!
Ela que entra e sai…
Levando e deixando sua graça
É essência onde o amor exala de emoções
Então hei-de fugir com as flores!

POEMA DE: NAZARÉ G.
(NANÁ) 02/01/2013

‎"a felicidade plena é um estado de espírito em que a alma nada depende de coisas externas e supérfluas...
 
Meus desejos para 2013

Quando o ano vai terminando
Já vou pensando em mudanças
Eliminar coisas negativas
Armazenar coisas construtivas...

Tudo aquilo que me fez feliz
Essa família linda
Os amigos verdadeiros
Nem penso em dinheiro...

Quero desejo da alma
Muita ternura e excitação
Quero ser anjo ser mulher
Perder o ritmo ser a razão...

Quero amor de perder a noção
Uma loucura de eterna paixão
Reviver essa entrega perfeita
Quero curtir a nossa sedução...

De Irá Rodrigues
02/01/2013
Meus desejos para 2013

Quando o ano vai terminando
Já vou pensando em mudanças
Eliminar coisas negativas
Armazenar coisas construtivas...

Tudo aquilo que me fez feliz
Essa família linda
Os amigos verdadeiros
Nem penso em dinheiro...

Quero desejo da alma
Muita ternura e excitação
Quero ser anjo ser mulher
Perder o ritmo ser a razão...

Quero amor de perder a noção
Uma loucura de eterna paixão
Reviver essa entrega perfeita
Quero curtir a nossa sedução...

De Irá Rodrigues
02/01/2013
PORQUÊ?

no silêncio da partida
a estrada é longa
feita de urzes e pedras graníticas
cinzentos os transeuntes
gorros sobretudos e chapéus azuis

amálgama de gente que não se fala
olhares que se dissipam na distância
a dor
sentida nas entranhas
pela purgação

arrogantes
sós

perdidos

vão à chuva ao vento
não encontram o tempo

um dilúvio
tudo se esvai
as nuvens em suas formas
a luz na sua grandeza misteriosa
tudo se dilui nas cataratas do céu

secam flores
definham árvores
caiem folhas em bandolim
sobrevive-se nos rocios da noite

lavam-se lágrimas
solidão companheira
levantam -se as pedras da calçada
adormece-se na terra húmida da estrada
porquê?

CFBB em 2/1/2013
FANTASIAS
por Margarida Cimbolini

adejam
como são belas
querem-me
sou delas
das pombas
pássaro de amanhã
olhos fechados
vejo-as
sinto-as
buscam ser
amo-as
Não busques
coisas certas
no mundo
tão incerto
siga os sinais
que existem
no caminho
que alguém
veio ensinar
a como
caminhar
não tente
encontrar
resposta
onde não há
siga os sinais
que alguém
deixou aqui
pra te
orientar
por onde for
passar
não tente
explicar
só siga os
sinais
que alguém
deixou aqui.

Mestre Azevedo
Esperando o sol!

Olhei e pensei ser uma miragem
e senti como se me retirassem
as meras ilusões e sonhos que um dia concebi!
Desejo agora esse abrir de portas e
janelas absurdas que me trancam
com esses ferrolhos e ferros que nunca vi!

Essas paredes tortas e estas ruínas negras
desabando em pedras soltas
rebentando o fosso desse chão de mim!

Com elas ergui castelos vertiginosos
e com eles cresci pintando
olhares em horizontes
formando defesas grandes e fortes
pensando que neles não veria o fim!

Agora senti que o verde me tenta subir
por estes fracos e débeis alicerces!
Ocupando o vazio por entre estas rochas
que estão vivas mas sombrias
olhando os céus cantando orações e as suas preces
para que o sol as cubra e ilumine com seu brilho!

Desabei mas não caí senti que me transformei!
Juntei todas essas pedras e estou formando com elas
a morada da esperança!

Farei a meu redor um jardim
mas para isso terei que levantar
este inverno que me jaz e teima morar em mim!
Irei pedir ao vento para afastar
estas nuvens cinzentas
e em meu ser deixar entrar esse
lindo e brilhante sol de raios quentes!

Por entre o descanso e o cansaço
devolvo ás raízes que me crescem
fazendo brotar esse verde
pela essência do meu ser!
E com elas subir ao mais alto das colinas
e nelas poder receber esse brilho majestoso
que as montanhas escondem e que por vezes
fazem a sombra que em mim querem permanecer!

Maria Morais de Sa
Esperando o sol!

Olhei e pensei ser uma miragem 
e senti como se me retirassem
as meras ilusões e sonhos que um dia concebi!
Desejo agora esse abrir de portas e
janelas absurdas que me trancam 
com esses ferrolhos e ferros que nunca vi!

Essas paredes tortas e estas ruínas negras  
desabando em pedras soltas 
rebentando o fosso desse chão de mim!

Com elas ergui castelos vertiginosos 
e com eles cresci pintando 
olhares em horizontes 
formando defesas grandes e fortes 
pensando que neles não veria o fim! 

Agora senti que o verde me tenta subir 
por estes  fracos e débeis alicerces!
Ocupando o vazio por entre estas rochas
que estão vivas mas sombrias 
olhando os céus cantando orações e as suas preces
para que o sol as cubra e ilumine com seu brilho! 

Desabei mas não caí senti que me transformei! 
Juntei todas essas pedras e estou formando com elas 
a morada da esperança!

Farei a meu redor um jardim 
mas para isso terei que levantar 
este inverno que me jaz e teima morar em mim!
Irei pedir ao vento para afastar 
estas nuvens cinzentas
e em meu ser deixar entrar esse 
lindo e brilhante sol de raios quentes!

Por entre o descanso e o cansaço
devolvo ás raízes que me crescem
fazendo brotar esse verde 
pela essência do meu ser! 
E com elas subir ao mais alto das colinas 
e nelas poder receber esse brilho majestoso 
que as montanhas escondem e que por vezes 
fazem a sombra que em mim querem permanecer!

Maria Morais de Sa
Diário Poético – a magia do amor

Dois corpos enamorados bailam nos dias
sob a magia da mesma àgua
sempre e em todo o lugar

sua línguas enamoradas são toalhas
que secam seu corpo todo
amando pelo tempo inteiro

bebidos-amados-ardidos na mesma fogueira
amantes geniais fruto da mesma colheita

droga saudável magnitude arder nesse lume
labareda que não queima o espírito a esvoaçar
segredeando à alma toda a magia do amor

Dois corpos enamorados bailam nos dias
sob a magia da mesma àgua
sempre e em todo o lugar


Nuremberga, 02.01.2013
©Maria do Rosário Loures


Imagem de Janina Zang
Diário Poético – a magia do amor

Dois corpos enamorados bailam nos dias
sob a magia da mesma àgua
sempre e em todo o lugar

sua línguas enamoradas são toalhas 
que secam seu corpo todo 
amando pelo tempo inteiro

bebidos-amados-ardidos na mesma fogueira
amantes geniais fruto da mesma colheita 

droga saudável magnitude arder nesse lume
labareda que não queima o espírito a esvoaçar
segredeando à alma toda a magia do amor

Dois corpos enamorados bailam nos dias
sob a magia da mesma àgua
sempre e em todo o lugar


Nuremberga, 02.01.2013
©Maria do Rosário Loures


Imagem de Janina Zang
Mar areia!

O mar perguntou a areia
se por ela podia passar!
E ela de seu jeito responde
que sem ele o sopro do vento
faria o seu chão levantar!

És seu dono a todo o momento
e por ela tens de passar!
Marcas teus passos teu alento
empurras e levas o que trazes
e sentes que a todo o tempo
seus grãos tens de lavar!

Ela te agradece dizendo
que a renovas quando a tocas
porém quando disso te esqueces
ela fica velha e solta!

Assim que vive assustada
quando pelo vento é levada
por não a deixares molhada
nas marés do desencontro!

Só quando a chuva acontece
ela de ti já se esquece
e do vento já não tem medo
porque o sol não aparece!

Só a noite e as marés
que logram seu bem estar
deixam delícias nos pés
por quem lá gosta de andar!

Mar areia vento sol
horizontes por desbravar
cada um na sua sorte
que esta Terra tem a dar!

Lindos cantares da natureza
faz crescer o sentimento
em cada poeta o soneto
em cada poema a beleza!



Maria Morais de Sa
Mar areia!

O mar perguntou a areia
se por ela podia passar!
E ela de seu jeito responde
que sem ele o sopro do vento
faria o seu chão levantar!

És seu dono a todo o momento
e por ela tens de passar!
Marcas teus passos teu alento
empurras e levas o que trazes
e sentes que a todo o tempo
seus grãos tens de lavar!

Ela te agradece dizendo
que a renovas quando a tocas
porém quando disso te esqueces
ela fica velha e solta!

Assim que vive assustada
quando pelo vento é levada
por não a deixares molhada
nas marés do desencontro!

Só quando a chuva acontece
ela de ti já se esquece
e do vento já não tem medo
porque o sol não aparece!

Só a noite e as marés
que logram seu bem estar
deixam delícias nos pés
por quem lá gosta de andar!

Mar areia vento sol
horizontes por desbravar
cada um na sua sorte
que esta Terra tem a dar!

Lindos cantares da natureza
faz crescer o sentimento
em cada poeta o soneto
em cada poema a beleza!



Maria Morais de Sa
ENSANDECIDA

Gritando inutilmente pelas ruas
Ensandecida busco uma notícia
A solidão se dando em tal sevícia,
Distante dos meus braços continuas

E quando em outras bocas tu flutuas
A morte sem carinho e sem carícia,
A vida sem ter nada que inda vice-a
Espalha sofrimento e nega as luas

Que tanto seduziram nosso sonho,
E quando no passado, saudosa eu ponho
Momentos que jamais esqueceria,

Percebo quanto a vida fora fútil
E sendo sem amor, tão vã e inútil
A luz do amanhecer será sombria.

RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS
ENSANDECIDA

Gritando inutilmente pelas ruas
Ensandecida busco uma notícia
A solidão se dando em tal sevícia,
Distante dos meus braços continuas

E quando em outras bocas tu flutuas
A morte sem carinho e sem carícia,
A vida sem ter nada que inda vice-a
Espalha sofrimento e nega as luas

Que tanto seduziram nosso sonho,
E quando no passado, saudosa eu ponho
Momentos que jamais esqueceria,

Percebo quanto a vida fora fútil
E sendo sem amor, tão vã e inútil
A luz do amanhecer será sombria.

RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS
Voa!

Te sustentas no sustentável
e não crês no absurdo!
Podes voar sem asas
e bailar ao som do silêncio!
Sorrir de boca fechada
ouvir o murmúrio da alma
sentir tremer de frio a chama
e ver sair sem sair de ti!

Apertas com força a vida
pelo receio da morte!
Mas queres subir às estrelas
agarrando as cordas da sorte!
Confia que podes voar
e esvoaçar no teus sonhos!
Mas para isso vais ter de mudar
o rumo do teu caminho
levando contigo o amor
e subir para bem alto!

Maria Morais de Sa
Voa!

Te sustentas no sustentável
e não crês no absurdo!
Podes voar sem asas
e bailar ao som do silêncio!
Sorrir de boca fechada
ouvir o murmúrio da alma
sentir tremer de frio a chama
e ver sair sem sair de ti!

Apertas com força a vida
pelo receio da morte!
Mas queres subir às estrelas
agarrando as cordas da sorte!
Confia que podes voar
e esvoaçar no teus sonhos!
Mas para isso vais ter de mudar
o rumo do teu caminho
levando contigo o amor
e subir para bem alto!

Maria Morais de Sa
Recordações !!

Vivi a minha vida para estar do teu lado
lembro-me de cada momento.
Penso...
O que foi a minha vida contigo.
Nas as coisas do passado
recordo em todos os minutos,
talvez segundos
cada pedaço teu.
Queria poder ter de volta,
em cada momento meu...
Teu toque
o teu beijo carinhoso
o desejo
o teu cheiro
queria poder
ter de volta
cada pedaço teu.
De cada vez
que fecho os
olhos
perco me na
ilusão de te poder ver
de poder por momentos
acreditar que o passado
voltou a trás
e que talvez
no meio dos
minutos,
poderíamos
recordar um
pouco daquilo
que foi nosso viver
momentos
de plena felicidade
carinho
ternura, amor
e paixão...
Enfim ficaram as recordações.

Amei-te com todas as minhas forças...

Descansa em paz meu amor.

Tina Gante Espírito Santo ♥
 Foto
Não vou te deixar
meu corpo vazio
não vou te buscar
no espaço sem fim
o frio não ficou
parado em mim
e eu não fiquei
parado em ti
pra ver que você
não estava aqui
o sol já se pôs
para nós dois
não pense em mim
pois não vou ficar
pensando em ti.

Mestre Azevedo
MIL MATIZES

Percebo a maravilha em mil matizes
Da tarde que adormece no horizonte...
Entrego-me a momentos mais felizes
Da vida, inesgotável e calma fonte.

Esqueço meus temores, cicatrizes,
Aguardo que esta lua já se aponte,
Estrelas roubam cena quais atrizes.
O sol vai desabando trás um monte...

Eu conto as horas todas te esperando,
A noite te trará pós o sol-pôr.
Deste caleidoscópio sinto quando

Tua presença amiga, enfim virá;
Trazendo novo verso a se compor,
E a lua, nos meus braços, dormirá...

MARCOS LOURES E RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS
MIL MATIZES

Percebo a maravilha em mil matizes
Da tarde que adormece no horizonte...
Entrego-me a momentos mais felizes
Da vida, inesgotável e calma fonte.

Esqueço meus temores, cicatrizes,
Aguardo que esta lua já se aponte,
Estrelas roubam cena quais atrizes.
O sol vai desabando trás um monte...

Eu conto as horas todas te esperando,
A noite te trará pós o sol-pôr.
Deste caleidoscópio sinto quando

Tua presença amiga, enfim virá;
Trazendo novo verso a se compor,
E a lua, nos meus braços, dormirá...

MARCOS LOURES E RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS
CHÃO SAGRADO

Minha terra meu país real
Meu espaço de luz e sombra
Arriba de estranha origem
Encosta onde a giesta tomba
Portal desta louca vertigem

Caminho que já fora feito
Na encosta que acima aperta
Arfar longo que sai do peito
Pensamento que não se liberta
Assim, trémulo, de qualquer jeito

Memória encravada no peito
Angústia que me pesa tanto
Num caminho rugoso e estreito
Se te lembro no caminho
É porque me enches de encanto

Minha terra meu país pintado
Quem se lembra do teu chão sagrado?

paxiano
PISANDO NOS ESPINHOS

Pisando nos espinhos que espalhaste
Nas sendas onde outrora fui feliz,
A vida se transforma e já desdiz
Moldando tão somente este desgaste,

Perambulando à toa, velho traste
A sorte derrotando este infeliz
Mergulho nesta imensa cicatriz
Aberta no meu peito em vil contraste

Esbarro nos cadáveres dos sonhos
E bebo sanguinário estes medonhos
Resíduos do que um dia fora vida,

A carne decomposta, o olhar ausente,
A morte em tal delícia se pressente
Há tempos desejada e agora urdida.

RITA DE CASSIA TIRADENTES REIS

superar ...

BOM DIAAA!...ANO NOVO.
VAMOS!...SORRI PARA MIM.
TRAZ CONTIGO, AS BOAS ENERGIAS,
QUE EM TODOS OS MEUS DIAS,
ME FAÇAM AGARRAR A TI!

BOM DIAAA!...ANO NOVO.
OLHA!...CUIDA DESTE POVO,
DO QUAL, TAMBÉM FAÇO PARTE.
E AO CÉU...DE NÓS, FAZ ALARDE.
PARA QU'A SORTE...NOS SORRIA.
BOM DIA...ANO NOVO. BOM DIA!

*************F I M************

Escrito por: Liska Azevedo na manhã do dia 01-01-2013
O FUTURO QUE AÍ VEM

Deixei para o último dia
Antes de o ano acabar
Aquele projeto quem diria
Acabaria por realizar

Sabes aquela porta
Que me ligava ao passado
Agora já não importa
A porta se há encerrado

Quis partilhar contigo
Esse momento de alegria
Como se faz com bom amigo
Mas sempre me surpreendia

Pensando agora no presente
E no futuro que aí vem
Tudo vai ser bem diferente
Sei que não posso contar com ninguém

É hora de arregaçar as mangas
Lutar e seguir em frente
E quando não puderes ir mandas
Como faz tanta gente

tulipanegra
Diário Poético – Ano de Dignidade


No momento da passagem do ano uns encontram-se envolvidos numa manta de lã
no momento da passagem do ano outros encontram-se envolvidos num manto de areia salgada
uns encontram-se a morrer de frio e outros sem àgua para dar de beber ao corpo
outros
um número que parece querer diminuir e regressar aos dias em que a miséria era a mãe do mundo
no conforto de suas casas


este ano, designado por dois mil e mais uma dúzia,
para a terra lusa recheado com a palavra e o conteúdo da crise
está bem prestes a chegar ao fim

e eu aqui no quentinho do meu lar
onde o meu sangue grita pela dignidade do ser humano
vou vendo os dias a passar e o meu sonho de se poder melhorar o mundo a dissipar

como o mundo é uma espiral
onde o maqueavelismo, sem querer, deu lugar ao renascismento
como o povo diz „depois da tempestade vem a bonança“
há que continuar a sonhar
há que alcançar a utopia

Que o sol ilumine o cérebro do poder
Para que os anos que se seguem
Sejam para todos os seres
Anos de plena dignidade



Nuremberga, 30 de Dezembro 2012
©Maria do Rosário Loures
Diário Poético – Ano de Dignidade


No momento da passagem do ano uns encontram-se envolvidos numa manta de lã
no momento da passagem do ano outros encontram-se envolvidos num manto de areia salgada
uns encontram-se a morrer de frio e outros sem àgua para dar de beber ao corpo
outros
um número  que parece querer diminuir e regressar aos dias em que a miséria era a mãe do mundo
no conforto de suas casas


este ano, designado por dois mil e mais uma dúzia,
para a terra lusa recheado com a palavra e o conteúdo da crise
está bem prestes a chegar ao fim

e eu aqui no quentinho do meu lar
onde o meu sangue grita pela dignidade do ser humano 
vou vendo os dias a passar e o meu sonho de se poder melhorar o mundo a dissipar

como o mundo é uma espiral 
onde o maqueavelismo, sem querer, deu lugar ao renascismento
como o povo diz „depois da tempestade vem a bonança“
há que continuar a sonhar 
há que alcançar a utopia

Que o sol ilumine o cérebro do poder
Para que os anos que se seguem
Sejam para todos os seres
Anos de plena dignidade 



Nuremberga, 30 de Dezembro 2012
©Maria do Rosário Loures
"Diário de um quase macho"

Que neste ano que entra
todas as relações sejam
profundas e penetrantes.

CãRiùá TaTaRaNa
Bom chegar aqui e poder agradecer
A todas as pessoas que fizeram parte desse ano que termina.
Agradecer pelo ano que se vai... os momentos vividos, as alegrias compartilhadas,
As viagens belíssimas, as amigas..
Aos meus tesouros “ meus filhos amados” aos netos bênçãos de Deus....
A te meu amor, que soube me acalentar, que me deu seu carinho quando precisei que oferece teus braços para me abrigar, que me ama sempre que desejamos, por tudo que partilhamos e vamos compartilhar por muitos anos, pela família abençoada que construímos.
Aos amigos esses que estão aqui a todo instante, aos amigos da net .. Meu amigo especial, obrigada a você que acreditou em meu trabalho, amigos que num simples bate papo descobriu a pessoa linda que é. Até você que nunca valorizou a minha amizade e me machucou...
Você que muitas vezes sorriu comigo, outros me fizeram chorar,
Que em 2013 tudo de melhor aconteça na vida de cada um que para um segundo para ler essa mensagem, aqueles que nem se quer olham,,,
Mas tudo valeu viver. Quero me despedir de 2012 com meu jeito feliz de ser por tudo que Deus me deu e continuará me dando...
Abraços carinhosos dessa amiga de hoje e sempre: Irá Rodrigues
31/12/2012...
11:14 mint....
Bom chegar aqui e poder agradecer
A todas as pessoas que fizeram parte desse ano que termina.
Agradecer pelo ano que se vai... os momentos vividos, as alegrias compartilhadas, 
As viagens belíssimas, as amigas..
Aos meus tesouros “ meus filhos amados” aos netos bênçãos de Deus....
A te meu amor, que soube me acalentar, que me deu seu carinho quando precisei que oferece teus braços para me abrigar, que me ama sempre que desejamos, por tudo que partilhamos e vamos compartilhar por muitos anos, pela família abençoada que construímos.
Aos amigos esses que estão aqui a todo instante, aos amigos da net .. Meu amigo especial, obrigada a você que acreditou em meu trabalho, amigos que num simples bate papo descobriu a pessoa linda que é. Até você que nunca valorizou a minha amizade e me machucou...
Você que muitas vezes sorriu comigo, outros me fizeram chorar,
Que em 2013 tudo de melhor aconteça na vida de cada um que para um segundo para ler essa mensagem, aqueles que nem se quer olham,,,
Mas tudo valeu viver. Quero me despedir de 2012 com meu jeito feliz de ser por tudo que Deus me deu e continuará me dando...
Abraços carinhosos dessa amiga de hoje e sempre: Irá Rodrigues
31/12/2012...
11:14 mint....
O AMOR NÃO NASCE

o amor não nasce
porque não tem forma
nem se separa do tempo
o amor acontece
em instintos de luz

o dia adormece
o silêncio adorna os mistérios
que ferem as “astes “ cíclicas
cria cicatrizes
que nunca mais se dissipam

não se separa do tempo
nem das parcelas profundas

são impulsos inocentes que se diluem
que ferem e marcam a alma
desfazendo-se do corpo

O amor não nasce não morre não tem forma é instinto

Por CFBB em 31/12/2013
Ai, esta amizade...
Esta amizade
Que me arrebata
Sol da minha vida !!
Coração da minha alma !!
Sonho de eternidade
Que és tu !!

Tina gante Espírito Santo ♥
ADEUS.

por Mary Bento a Terça-feira, 1 de Janeiro de 2013 às 10:05 ·

.

Adeus, vou partir

em busca de novos locais

novos saberes

novos olhares

novos sentires e quereres

novos abraços e emoções

Vou por ali

carregando toda a minha história

que fez de mim quem sou

Há tanto caminho a percorrer

tanta vida para viver

tanta mão para dar

Está na hora de partitr

Esrtá na hora de continuar...

Mary Bento 01/01/13
Natal e Ano Novo em Família
Em 21de Dezembro o mundo não acabou, e tudo recomeçou…
Foi tudo bom afinal, para a alegria do Povo,
Mesmo com a crise mais um Natal, e a chegada do Ano Novo…
O meu norte tem mais magia, e junto de familiares,
O convívio deste dia, com todos os preliminares…
Com muita alegria e bem quentinhos, e alguma chuva e frio de premeio,
Muitas prendas nos sapatinhos, e batatas e bacalhau no recheio…
A Sara, o Alex filho, e o pai Miro, a Avó Linda e o tio Zé neste dia,
Com o Avô Casimiro a entrevir sempre cheio de alegria,
Tornando o nosso Natal, uma bela fantasia…
Oito dias depois e juntos de novo, a Família a festejar,
Entrando bem o Ano Novo, agora com o Zé Manel acompanhar…
As 12 Passas e os desejos, entre os abraços e os beijos,
Muita alegria no ar, com fotos para mais tarde recordar,
E com muita satisfação, ver o 2013 a chegar…
Que para todos seja um Ano Bom, seja melhor e normal,
Muita alegria e Paz á Nação, e às Famílias do Mundo e de Portugal.
Neste Ano que agora entrou, e em convívio salutar,
O Ano 2012, poucas saudades deixou, mas a Esperança a renovar…
Que a Célia se junte a nós, para esta família aumentar,
Que nunca estejamos sós, no convívio Familiar…
Eu por minha parte adorei, e estas linhas escrevi,
Tudo aquilo que nestes dias passei, belos momentos vivi…
Por tudo isto que foi passado, uma só palavra OBRIGADO…
01/01/2013 José Castro
EU QUERO PAZ



Quando a esperança

Me passa ao lado

Ou o riso é triste

Eu peço paz!

Quando o olhar

Duma criança

É tão triste

E sombrio

Eu peço paz!

Quando nas ruas

Alguém mata

Ou morre

Se alguém me chama

Eu peço paz!

Nos caminhos

Que eu percorro

Das incertezas

De todos os dias

Eu sofro!

Vão-se os sonhos

As ilusões

Eu peço paz!

É tão difícil sonhar

Quando nos tiram

O sono!

É tão difícil sorrir

Quando se vive

No abandono!

Eu só quero paz

Para todo o mundo

E viver em paz!


De minha autoria
Mila Lopes