Em que só o vento, murmura,
(Por entre um plátano, e um cipreste);
Todo o amor, que me deste.
E que p'rá além da morte, perdura!
Na quietude, deste cemitério...
Meus passos, se arrastam, dolorosos!
Em busca da campa, quas'escondida;
Debaixo dum pinheiro...protegida!
E meus olhos, choram!...saudosos.
Na quietude, deste cemitério...
Não há vaidade! Só um critério;
Todos são iguais, perante a MORTE!
Aqui!...só a Saudade...dá alento!
Os soluços?...São levados, pelo vento!
E não há ninguém, que deles, se importe!
==========♥ F I M ♥==========
Escrito por: Liska Azevedo a 26-10-201
(Por entre um plátano, e um cipreste);
Todo o amor, que me deste.
E que p'rá além da morte, perdura!
Na quietude, deste cemitério...
Meus passos, se arrastam, dolorosos!
Em busca da campa, quas'escondida;
Debaixo dum pinheiro...protegida!
E meus olhos, choram!...saudosos.
Na quietude, deste cemitério...
Não há vaidade! Só um critério;
Todos são iguais, perante a MORTE!
Aqui!...só a Saudade...dá alento!
Os soluços?...São levados, pelo vento!
E não há ninguém, que deles, se importe!
==========♥ F I M ♥==========
Escrito por: Liska Azevedo a 26-10-201
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