Dualidade
Serei sempre
E apenas a raiz do meu sonho.
A bela sensação de despertar
Em que poiso os sentidos
E tudo é divino e celestial.
Serei sempre a essência, vivo…
A que fez o que queria…
Versos, sem rima
E… alguns poemas com alma.
Estacam …os breves momentos em que fomos sabidos…
Posteriormente, caídos em esquecimento
E enterrados.
Mesmo com o corpo exausto
Serei sempre…o pensamento próprio
Em que liberto as minhas sensações.
A dor
Da minha mão
E dos meus dedos…
O suor da minha caneta
Vai desvendando fragmentos, do que me vai na alma…
Num rol, sem fim…fingindo o que não sinto
(Ou sinto...sem dar conta…)
Escrevo …a solidão...e o silêncio das noites.
Serei sempre
Aquela que nasceu
Com o destino, estigmatizado
A que o tempo usou e envelheceu…
A que prometeu …dar o corpo á morte e á terra.
Aquela para quem o amor renasce a cada segundo
Sem avisar, em volúpias danças.
Serei sempre
O desmaiar de uma irónica
E cansada sombra
O beijo fugidio de uma boca desejada
O entardecer de uma luxúria provocante!
Não sei a quem pertenço…
Não sei …para onde caminho.
Quando chegar a hora de partir…
Projectada para fora de mim
Sei… que serei sempre, os meus passos…eu…
Pó de estrela, espalhado na eternidade e no cosmos!
Telma Estêvão
Dualidade
Serei sempre
E apenas a raiz do meu sonho.
A bela sensação de despertar
Serei sempre
E apenas a raiz do meu sonho.
A bela sensação de despertar
Em que poiso os sentidos
E tudo é divino e celestial.
Serei sempre a essência, vivo…
A que fez o que queria…
Versos, sem rima
E… alguns poemas com alma.
Estacam …os breves momentos em que fomos sabidos…
Posteriormente, caídos em esquecimento
E enterrados.
Mesmo com o corpo exausto
Serei sempre…o pensamento próprio
Em que liberto as minhas sensações.
A dor
Da minha mão
E dos meus dedos…
O suor da minha caneta
Vai desvendando fragmentos, do que me vai na alma…
Num rol, sem fim…fingindo o que não sinto
(Ou sinto...sem dar conta…)
Escrevo …a solidão...e o silêncio das noites.
Serei sempre
Aquela que nasceu
Com o destino, estigmatizado
A que o tempo usou e envelheceu…
A que prometeu …dar o corpo á morte e á terra.
Aquela para quem o amor renasce a cada segundo
Sem avisar, em volúpias danças.
Serei sempre
O desmaiar de uma irónica
E cansada sombra
O beijo fugidio de uma boca desejada
O entardecer de uma luxúria provocante!
Não sei a quem pertenço…
Não sei …para onde caminho.
Quando chegar a hora de partir…
Projectada para fora de mim
Sei… que serei sempre, os meus passos…eu…
Pó de estrela, espalhado na eternidade e no cosmos!
Telma Estêvão
E tudo é divino e celestial.
Serei sempre a essência, vivo…
A que fez o que queria…
Versos, sem rima
E… alguns poemas com alma.
Estacam …os breves momentos em que fomos sabidos…
Posteriormente, caídos em esquecimento
E enterrados.
Mesmo com o corpo exausto
Serei sempre…o pensamento próprio
Em que liberto as minhas sensações.
A dor
Da minha mão
E dos meus dedos…
O suor da minha caneta
Vai desvendando fragmentos, do que me vai na alma…
Num rol, sem fim…fingindo o que não sinto
(Ou sinto...sem dar conta…)
Escrevo …a solidão...e o silêncio das noites.
Serei sempre
Aquela que nasceu
Com o destino, estigmatizado
A que o tempo usou e envelheceu…
A que prometeu …dar o corpo á morte e á terra.
Aquela para quem o amor renasce a cada segundo
Sem avisar, em volúpias danças.
Serei sempre
O desmaiar de uma irónica
E cansada sombra
O beijo fugidio de uma boca desejada
O entardecer de uma luxúria provocante!
Não sei a quem pertenço…
Não sei …para onde caminho.
Quando chegar a hora de partir…
Projectada para fora de mim
Sei… que serei sempre, os meus passos…eu…
Pó de estrela, espalhado na eternidade e no cosmos!
Telma Estêvão

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