terça-feira, 2 de outubro de 2012

PRAIA DESERTA

Sentimentos a flor da pele
Janela do coração aberta
Não sei o que sempre impele

A caminhar junto ao mar
Na areia molhada
Sigo devagar
Mente baralhada

Deitada na areia
O céu como horizonte
Fico escutando!
Não é canto de sereia
É o som que vem chegando
Da melodia das águas
Para levar minhas mágoas

Ali parada
Fito os olhos na imensidão
Sem dizer nada
Deixo sair a emoção
Que no peito estava guardada
Bem dentro do coração

tulipanegra

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