CHÃO SAGRADO
Minha terra meu país real
Meu espaço de luz e sombra
Arriba de estranha origem
Encosta onde a giesta tomba
Portal desta louca vertigem
Caminho que já fora feito
Na encosta que acima aperta
Arfar longo que sai do peito
Pensamento que não se liberta
Assim, trémulo, de qualquer jeito
Memória encravada no peito
Angústia que me pesa tanto
Num caminho rugoso e estreito
Se te lembro no caminho
É porque me enches de encanto
Minha terra meu país pintado
Quem se lembra do teu chão sagrado?
paxiano
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