segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Escuro vazio!

Baixei!
Baixei ao mais profundo do escuro!
Enterrei minha aura
e meu sentido de orientação!
Estou louca e perdida
num estranho beco sem saída!
Percorro as mãos pelas paredes
tentando encontrar o sol que me foge
atentado pela má sorte de não poder brilhar!
Entro em desespero
porque aquilo que eu quero
me foge das mãos!
Não! Não posso...!
Não posso mais...!
Aqui não quero ficar!
Que ouçam o meu grito!
As paredes me estão apertar!
Sinto o sufoco de não poder respirar!
Meus Deus aqui vou ficar...!
Salvem-me!
Quero esse sol outra vez
que se abram as portas que aqui me encerram
que cedo eu procuro me encontrar!
Eu prometo...!
Deixai-me na acalmia
dessas águas cristalinas
que brotam por essas colinas e formam canaviais!
Que eu não quero mais
ficar aqui!
Quero provar essa areia do deserto
sentir o sol intenso morrer de sede
e dar tanto tropeço
mas conseguir minhas pernas levantar!
Aqui não!
Neste esçuro não!
Só sinto minhas lágrimas
correrem para eu sentir que estou viva!
Não quero sentir este tormento
sentir este profundo aperto
que me corta a garganta de tanto gritar!
Estou aqui meu Deus! Estou aqui...!
Que me levem de rastos
me façam em pedaços
mas um chão quero sentir!
Não mais uma tortura como esta
que me finda do que me resta
deste vazio em mim!


Maria Morais de Sa
Escuro vazio!

Baixei!
Baixei ao mais profundo do escuro!
Enterrei minha aura
e meu sentido de orientação!
Estou louca e perdida
num estranho beco sem saída!
Percorro as mãos pelas paredes
tentando encontrar o sol que me foge
atentado pela má sorte de não poder brilhar!
Entro em desespero
porque aquilo que eu quero
me foge das mãos!
Não! Não posso...!
Não posso mais...!
Aqui não quero ficar!
Que ouçam o meu grito!
As paredes me estão apertar!
Sinto o sufoco de não poder respirar!
Meus Deus aqui vou ficar...!
Salvem-me!
Quero esse sol outra vez
que se abram as portas que aqui me encerram
que cedo eu procuro me encontrar!
Eu prometo...!
Deixai-me na acalmia
dessas águas cristalinas
que brotam por essas colinas e formam canaviais!
Que eu não quero mais
ficar aqui!
Quero provar essa areia do deserto
sentir o sol intenso morrer de sede
e dar tanto tropeço
mas conseguir minhas pernas levantar!
Aqui não!
Neste esçuro não!
Só sinto minhas lágrimas
correrem para eu sentir que estou viva!
Não quero sentir este tormento
sentir este profundo aperto
que me corta a garganta de tanto gritar!
Estou aqui meu Deus! Estou aqui...!
Que me levem de rastos
me façam em pedaços
mas um chão quero sentir!
Não mais uma tortura como esta
que me finda do que me resta
deste vazio em mim!


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